quarta-feira, 29 de março de 2017

Os amiguinhos dos animais são, como toda a gente sabe, pessoas sensíveis. Nota-se.

Captura de ecra de 2017-03-29 20:06:42.jpg


 


Poucas causas mobilizam mais os portugueses, nomeadamente os agarrados do facebook, do que aquela mania parva de achar que os bichos têm os mesmos direitos que o ser humano. Confundindo isso, a maior parte das vezes, com o que se pretende que seja a defesa e protecção dos animais.


Hoje bastou o Presidente da Câmara de Aveiro queixar-se da legislação que proíbe o abate de animais, para os maluquinhos da Internet lhe caírem em cima que nem “gato a bofe”. Os custos para as autarquias são de monta e, como salienta o edil, a estadia dos bichos pode prolongar-se por muitos e longos anos. Provocando, obviamente, problemas de lotação dos espaços e obrigando a novos e maiores investimentos. Nada, naturalmente, que preocupe a cambada de imbecis para quem um cão sarnoso é mais importante que o pai ou a mãe. Esturre-se o dinheiro que for preciso, acham eles. São tão burros, mas mesmo tão burros, que nem percebem donde vem o graveto para sustentar essas maluqueiras. Ou, se percebem, não se importam. O que ainda é pior. Nomeadamente quando não se coíbem de mandar bitaites contra a maneira como “ele” é gasto quando em causa estão outras despesas do Estado. Por exemplo com RSI, ordenados, pensões e outras coisas que dão jeito às pessoas...


 

3 comentários:

  1. Quando a fome bater à porta, não haverá gato, cão ou periquito que não acabe na panela ou na frigideira. Aguentem-nos agora, sobretudo com veterinário. Vão-vos ser muito úteis.

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  2. Se calhar não chegamos a tanto...mas já muita gente a comer gato por lebre!

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  3. 'Comer gato por lebre' sempre houve quem.

    O tema lembrou-me que nos fins do anos 60 e início dos anos 70 (do século passado) abriram muitos restaurantes de comida chinesa na minha vila (Lísbia). Ali, só os cozinheiros eram chins.
    Nas redondezas de cada novo restaurante chin sumiam-se, em menos de dois meses, todos os gatos e cães que andavam, incautos, pelas ruas.
    Não desapareciam os que por terem donos antidemocráticos e inimigos dos alimais, ficavam fechados em casa.
    Infelizmente não havia PAN, nem PIN, nem PUM.
    Grandes jantaradas... é o que eu lhe digo.

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