Ontem deve ter nascido mais um herói nas redes sociais. O cão de raça perigosa que mordeu uma criança na face quando esta lhe fazia uma caricia. Não hão-de faltar amiguinhos, de dedo rápido e inteligência curta, ao animal não humano. Diz que é assim que, agora, se designam os bichos. O costume. Sempre que ocorre um incidente desta natureza, surgem mil vozes muito mais preocupadas com o bicho – processe-me mas vou continuar a chamar bicho aos bichos – do que com a vitima. Esta, por norma, estaria mesmo a pedi-las.
Com a aprovação recente de legislação nesse sentido, vai deixar de ser possível proceder ao abate destas feras. Se calhar, se isso não aborrecer os animais humanos defensores destas causas, cumprirão pena de prisão. Domiciliária, com pulseira electrónica e após um julgamento justo e imparcial. Com pena suspensa, se for a primeira dentada.
Nunca escreva «bichas» ao referir-se aos animais fêmeas. Vai dar chatice, pela certa...
ResponderEliminarEu não me ralava nada em "ir de cana".
ResponderEliminarTinha comida (3 pratos à escolha por refeição, um dito "de dieta"), podia fumar, tinha camisinhas de borla, dizia que a Z era a minha companheira e davam-me um quarto para uma queca (de borla), tinha TV multicanais, tinha uns camaradas que me ensinavam a gamar quando saísse, etc.
Há que tratar os bois pelos nomes...
ResponderEliminarTambém pode ter isso tudo de borla do lado de fora!
ResponderEliminarMas não tinha a excelente companhia dos presos nem da bófia
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