terça-feira, 8 de março de 2016

...E o café nem é grande coisa!

foto-9.jpg


Se há sector de actividade económica que tenho em muito má conta é o da restauração. Por muitos motivos. Tantos que nem me apetece enumerá-los. Não cabiam num post. Seria preciso um blogue inteiro e assunto para crónica diária de certo não faltaria.


Logo a começar pelas facturas. Coisa que nunca me esqueço de pedir nem que seja apenas pelo pagamento de um café. O que deixa, vá lá saber-se porquê,  a maior parte dos “empresários” do ramo extremamente desconfortáveis. E faço-o por dois motivos. Primeiro porque quero e segundo porque posso. Vou é de ora em diante ficar mais atento à falta de honestidade dos taberneiros. Não vá voltar a repetir-se o roubo de que fui vitima num estabelecimento, daqueles pseudo-finórios, que recentemente abriu cá no burgo. Paguei oitenta cêntimos por um café quando - apenas hoje soube disso - o preço praticado é de sessenta e cinco cêntimos. Deve ser por ter pedido factura.


É por estas e por outras que prefiro cada vez mais o cafezinho da crise. É mais barato, quase sempre melhor e não tenho de aturar aldrabões. Nem sou roubado à descarada.




Sem comentários:

Enviar um comentário