domingo, 6 de março de 2016

Cem dias de geringonça

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O governo fez cem dias. Muito tempo para uma geringonça, admito. Facto que constitui um relativo mérito para António Costa. Aturar a primeira ministra Catarina e o camarada Jerónimo não deve ser fácil. Sem falar da magricela esganiçada e daquele picareta falante com uma coisa esquisita na orelha que tem lá no partido.


Esta centena de dias de governação da geringonça trouxeram-nos, reconheço, de volta a normalidade perdida. Exemplos disso não faltam. Nunca mais vi, ou ouvi, bandos de malucos a cantar a “Grândola, vila morena”. O camarada Arménio nunca mais mandou os trabalhadores das empresas de transportes fazerem greve e, assim, os utentes poderam usar normalmente o titulo de transporte que pagaram. O mesmo para as manifestações. Agora já não há velhotes nem drogados aos berros, de forma organizada, pelas ruas das principais cidades impedindo a livre e normal circulação de pessoas e bens. Que assim continue. Até que o Jerónimo e a Catarina queiram.

2 comentários:

  1. Como bem sabes ando arredada de notícias...e sorri com este teu post. Sei apenas que apesar dos pesares que no hospital público foram quinze dias de tudo de bom e quer enfermeiros, auxiliares e médicos andam numa roda viva mas que funcionam bem e por vezes só Deus sabe como.

    Falei com vários enfermeiros que estão a acabar o estágio e são mais uns quantos que irão embora do país...que é pena. A sangria continua e a precariedade é só para o povo porque acabei de ler que a Marilú irá ganhar uma pipa de massa acumulando (ou não) o que ganha como deputada.

    Um abraço

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  2. Acerca da Marilu o que me aborrece é a hipocrisia dos restantes partidos fazem exactamente o mesmo. Todos. Sejam eles PCP, PS, BE ou independentes.

    Quanto á emigração...é um drama social que não tem solução á vista.

    Boa semana!

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