Será, certamente, legitimo concluir pela frase inscrita nas traseiras desta viatura que existirão paneleiros de diversas espécies. De duas, pelo menos. A paneleirice ocular e a outra. A clássica. Ou, se calhar, até haverá muitas mais, sabe-se lá.
Admira-me que o dono da máquina ainda não tenha tido aborrecimentos com a malta do “politiquês correctus”. Ou, se teve, que ainda não tenham ido ao ponto de o levar a tirar aquilo dali. É que hoje em dia paneleiro é uma palavra que quase já não se pode pronunciar em voz alta sem que tal suscite olhares reprovadores de quem está ao redor. Nem – eu que o diga – escrever. Aparecem logo uns censores a pretender limitar a minha liberdade de expressão. Curiosamente, ou então não, gente que enche a boca de democracia, defesa da liberdade e muitos outros conceitos que gostam de usar. Nomeadamente na defesa dos seus interesses.
Oh homem deixe-se de paneleirices e chame aos maricões pelo nome e vai ver que nada de mal lhe acontece, pelo menos por enquanto e quem não gostar que ponha na borda das nalgas e que as meta pelo cu acima pois pode ser que fique a gostar e passem a atracar de pôpa, não devemos é perpetuar confusões nem adocicar palavras. paneleiros, panascas e maricões pertencem á língua e que me conste o "acordo pornográfico" ainda se não pronunciou.
ResponderEliminarCá por mim chamo-lhe essas coisas todas e mais umas quantas...mas acrescento sempre que cada um com o respectivo cú faz o que muito bem lhe apetece!
ResponderEliminarNem sempre! Não pode o próprio lá meter o seu nariz! Ou será que a A. da República vai legislar sobre esse inegável direito?
ResponderEliminarQuiçá!
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