quinta-feira, 16 de julho de 2015

E se os levassem para casa?

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(Imagem JN online)


 



Sabe-se do desprezo que os defensores de certas causas manifestam pelos interesses das populações. Temos, por estes dias, assistido a isso mesmo aqui na terrinha. Mas o mal é geral. Hoje foi a vez dos defensores dos animais levarem dezenas de cães para a porta de uma câmara municipal onde, ao que é relatado, os amarraram. Foi a forma de protesto que lhes pareceu mais adequada por o executivo lá do sitio ter recuado na intenção de autorizar a construção de um canil. Parece que os moradores da zona onde o mesmo ia ser construído não gostaram da ideia. Coisa de difícil entendimento para os amiguinhos da bicharada que, suponho, deverão morar longe.


Procedeu bem a autarquia ao levar em consideração as preocupações dos seus munícipes. Uma minoria de activistas – seja lá do que for - não pode impor a sua vontade à generalidade da população. Isso é o que tem acontecido a nível nacional e os resultados estão à vista com a tragédia social a que estamos a assistir. A todos os níveis. Não apenas nisso da crise.

2 comentários:

  1. Concordo contigo, mas fico imensamente revoltada com o abandono dos cães. Conheço quem ainda o tem mesmo com a precariedade e esse casal diz-me que come o que eles comem e não não houver passa fome como eles passam. Mas no talho há sempre quem dê algo para o animal.

    Quando surgem peditórios como um há poucos dias, não dou porque o que mais precisavam era granulado, produtos de higiene e brinquedos. O quê?

    Prefiro dar um prato de sopa a alguém que conheço e que já passam muita fome e nisso não falto e...enfim!!!!

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  2. Enquanto vivi no campo tive sempre cães. Todos, sem excepção, abandonados pelos donos e que, cheios de fome apareciam à minha porta e dos vizinhos. Como morava perto de uma estrada nacional aquilo era um sitio óptimo para os donos se verem livres deles. Nessa altura não havia essa coisa dos "amiguinhos dos animais" e eram os campónios, os tais que como eles dizem têm o costume de torturar os animais, que tratavam deles até ao último suspiro. Até, quando morriam, alguém tratava de os enterrar, ao contrário do que alguns fazem que os metem no lixo.

    É por estas e por outras que detesto a malta dos direitos dos animais. São uns idiotas que nem sabem o que é a vida!

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