Há muito que não tenho noticias dos “novos agricultores”. Aqueles que, cheios de entusiasmo, abraçaram a moda de cultivar espaços cedidos pelas autarquias em nome de um alegado combate à crise. Presumo que a esmagadora tenha encerrado a actividade.
Por mim nunca fui de alinhar em modas. Nem, tão pouco, apreciador de lides agrícolas. Reconheço, até, que é das coisas que mais urticaria me causa. Fico-me, portanto, pelo quintal da crise. Uma coisa em ponto pequeno. Pouco mais, digamos, que agricultura de vaso. A produção essa, como não podia deixar de ser, é igualmente diminuta. É o caso das courgettes. Ou, melhor escrevendo, “da” courgete. Da crise. Que, já agora, não entre em recessão!
Bem vão as crises enquanto houver deliciosas courgettes, vegetais que escapam habilidosamente às piores recessões.
ResponderEliminarAs hortas autárquicas poderão estar a definhar e não me espanta. Nas autarquias só não definham os interesses e a corrupção...
Nas autarquias e por todo o lado...
ResponderEliminarNegativismo à parte digo-te que já tinha saudades da tua "horta de crise" e que rica courgete. A das netas vai de vento em popa hehehe e também já têm duas courgete, ou melhor dizendo amigo, miniaturas comparada com a tua. Ontem foi o rebuliço quando deram por falta da maior...pois claro quem se estava a deliciar com ela? O cão que levou umas palmadas. O resto da tarde estiveram a pôr umas vedações e eu só ria a bom rir...e assim se passa o tempo!
ResponderEliminarSobre os espaços cedidos pelas autarquias...vejo imensos com produções bem boas e nenhuma delas foi abandonada.
Beijocas e um bom sábado
Por aqui acho que essas hortas já passaram à história. É que aquilo era trabalho de equipa. Uns semeavam e outros colhiam...
ResponderEliminarA courgete continua a crescer...possivelmente é por ser a única!