O país indignou-se um destes dias com o caso das duas enfermeiras de um hospital do Porto a quem, para provar que estavam a amamentar os seus pimpolhos, terá sido sugerido que espremessem as mamocas para ver se esguichava dali qualquer coisa. Não admira. Indignamos-nos facilmente e um assunto destes puxa ao sentimento. O pior, quase sempre, é quando se começa a escarafunchar. Ou, no caso, uma das senhoras resolve dar a cara e falar do assunto. Afinal o puto, a julgar pelas imagens, está em boa idade para deixar a mama. O que já teria acontecido há muito se a mãe não fosse funcionária pública. Esperemos é que o gajo não decida continuar a mamar até ir para a universidade. Embora, pelas reacções conhecidas, os contribuintes não se importem de continuar a pagar por isso.
Sobre isto comentei num blogue que optaram por via quando tinham mais duas...e quem não deve não teme, já que o que não falta por aí são falsos "atestados médicos".
ResponderEliminarEla como mãe é livre de dar de mamar até que entenda. Também respeito a sua indignação, agora fazer uma guerra destas...sinceramente não entendo. Na volta não se revolta perante casos mais gritantes.
"É livre de dar de mamar até que entenda..." Se fosse no privado essa liberdade já teria acabado há muito. Assim como é o contribuinte a pagar... É também disto que se faz a (má) fama do funcionalismo público.
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