No dia da tomada de posse do novo presidente americano um autarca de uma freguesia de um concelho vizinho terá hasteado uma bandeira dos States na sede da Junta de que é Presidente. Obviamente não o devia ter feito. Nem podia. Até porque estas coisas de hastear bandeiras em edifícios públicos têm regras próprias.
O homem terá sido levado por um excesso de entusiasmo e num momento de exaltação de fé em Obama, visto em quase todo o mundo e na White House como uma espécie de Messias dos tempos modernos, terá decido homenagear o seu ídolo momentâneo. Provavelmente também o fará quando o seu clube de eleição vencer o campeonato, o partido merecedor da sua simpatia política ganhar as eleições e, se for o caso, não hesitará em hastear no mastro da Junta as cuecas da sua conquista amorosa mais desejada.