sábado, 13 de setembro de 2008

Uma questão de arrumação

Apesar da existência de muitas opiniões em contrário mantenho, como em múltiplas ocasiões já escrevi neste blogue, que os principais responsáveis pela limpeza de uma localidade, seja ela qual for, são os seus habitantes.

Os serviços ou empresas responsáveis pela limpeza urbana podem ter uma gestão de excelência e os respectivos funcionários serem altamente diligentes no cumprimento da sua missão que enquanto houver da parte dos cidadãos práticas que resultam em situações como a que as imagens demonstram, nunca teremos uma cidade – qualquer que ela seja – tão limpa quanto gostaríamos.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O demérito da esquerda

Este ano, pela primeira vez em democracia e depois da extinção do “quadro de honra” pela Abrilada, os melhores alunos estão finalmente a ser premiados, vendo reconhecido o seu esforço com um prémio no valor simbólico de quinhentos euros. Depois de anos consecutivos – incluindo este, basta consultar os últimos dados estatísticos - a premiar muitos e muitos burros, é justíssimo que aos melhores seja feito este reconhecimento.

A esquerda, obviamente, contesta. Lida mal com o mérito e não suporta que quem é bom e se distingue pela sua inteligência e capacidade de trabalho seja premiado por isso. Também muita pseudo-intelectualidade com suposta consciência social que por aí pulula, não suporta este tipo de iniciativa. Ambas preferem esbanjar anualmente muitos milhões de euros em subsídios variados destinados a alunos que apenas o são para a estatística, ou para os pais receberem o RSI, e que certamente seriam muito mais úteis ao país aplicados naqueles que de facto pretendem estudar.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Tolerancias da treta

Pelo facto de ter sido baptizado sou considerado, pelo menos estatisticamente, como católico. Não praticante no caso. Isso, contudo, não invalida que me preocupe a crescente tendência que se verifica no ocidente de apagar os símbolos do cristianismo, renegando aquilo que foram as origens das sociedades ocidentais, nomeadamente a europeia. Mais revoltante ainda é a tolerância manifestada por largos sectores, aprisionados à moral politicamente correcta que faz escola nos tempos que vivemos, para com o acelerado crescimento e implantação de outras religiões no espaço europeu e às quais fazemos continuamente cedências. Chega-se inclusivamente ao ridículo de tentar criminalizar aquilo a que chamam “islamofobia” enquanto se valoriza e promove a “cristianofobia”*.

Num dia em que passam sete anos sobre um acontecimento terrível – celebrado com júbilo em grande parte do mundo árabe – que veio trazer à tona todo o ódio pelos valores ocidentais, é bom que se reflicta acerca de quem são os nossos verdadeiros inimigos. Respeito e tolerância para com outras convicções políticas, religiosas e culturais, praticadas por quem tem como objectivo de vida destruir as nossas são, como diz um conhecido treinador de futebol acerca do fair-play, uma treta.

*”Cristianofobia” nada tem a ver com o Cristiano Ronaldo.