Com as certezas habituais nos gajos que estudam estas coisas, foi anunciado – prometido diria eu – que iríamos ter o Verão mais quente de sempre. Culpa do chamado aquecimento global, ao que parece. Garantiam-nos os alarmistas de serviço que íamos suar as estopinhas, quiçá derreter, e que essa é uma inevitabilidade reservada pelo futuro àqueles que sobreviverem às cada vez mais frequentes ondas de calor.
Nada disto se tem confirmado. O que faz com que estas anunciadas catástrofes não sejam levadas a sério pelas populações que, cada vez mais, desconfiam das capacidades de quem as anuncia e dos interesses que estão por detrás delas. E isso não é bom. Mas mesmo nada bom.

