segunda-feira, 21 de outubro de 2024

País de pobres

Há quem esteja agora a descobrir, com algum espanto e relativo horror, que as pensões de reforma estão a ficar cada vez mais baixas em relação ao ultimo ordenado auferido. Habituem-se, que a tendência é para piorar. De acordo com dados citados hoje pela imprensa, setenta e sete por cento das pensões atribuídas no ano passado ficaram abaixo do salário mínimo nacional. No ano em curso este número será ainda maior e num futuro próximo deverá constituir, praticamente, a regra quase geral. Ou seja, o empobrecimento geral do país e dos portugueses prossegue em ritmo acelerado. São, para além de outras, as consequências dos extravagantes aumentos do SMN, do não acompanhamento deste crescimento por parte dos restantes vencimentos e dos sucessivos cortes nas pensões que os fantásticos governos, da não menos fantástica esquerda, garantiu não fazer. Por este andar o indicador de pobreza usado para determinar que temos no país quase dois milhões de pobres tratará de produzir muitos mais. Depois não se queixem.

4 comentários:

  1. Anónimo9:23 a.m.

    As pensões são cada vez menores, mas não é geral. Há quem se reforme com um valor superior ao último vencimento! ... mas é só para a elite, pois têm um padrão de vida que jamais pode baixar. A lei é para os outros, que infelizmente somos nós.

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  2. Com os políticos que temos (só se aproveita uns quantos) é isso mesmo que dizes.
    Já estou farta deles porque dão com uma mão e tiram com a outra e este governo é só promessas. Depois como os funcionários públicos não podem ser despedidos muitos fazem o que querem, quer no atendimento quer ,,,fico por aqui porquetudo isto me chateia...!
    Abraço e um bom dia

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  3. Concordo quanto a isso da função pública. Nos governos de Costa, mais do que qualquer outro antes ou depois, quase todos os ministros eram funcionários públicos.

    Cumprimentos

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  4. No futuro seremos quase todos pobres. O sonho da esquerda, portanto.

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