segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Taxar todos, todos, todos...

Para o Papa Francisco “deve haver mais impostos sobre os milionários e a sua riqueza deve ser dividida pelos mais pobres”. Por mais aplausos e simpatia que esta tirada provoque entre a maioria da população mundial, dificilmente não se reconhece nela um populismo absolutamente repugnante. Mesmo que se ache que os super milionários devem pagar mais impostos – o que pode, até, ser adequado em algumas circunstâncias – dividir, não me parece a palavra certa. Multiplicar, digo eu, era capaz de ser mais eficaz. Nomeadamente multiplicar o investimento dos mais ricos em negócios que multiplicassem a riqueza e que multiplicassem o número de ricos. E não, mais ricos não significa mais pobres como alguns ignorantes gostam de proclamar do alto da sua burrice. Nunca, como nas últimas dezenas de anos, tanta gente saiu da pobreza em todo o mundo.
Em vez de impostos podia o Papa ter escolhido falar dos recursos que muitos mega milionários árabes, muçulmanos, chineses e outros usam para financiar guerras e promoção de actividades anti-ocidentais. Um bom exemplo disso é a fortuna que o maluco da Coreia do Norte gasta em armamento. Aquilo dividido devia dar para matar a fome aos desgraçados que tiveram o azar de nascer naquele país comunista e miserável, passe o pleonasmo.
Esta ideia de taxar os milionários – apesar de, reitero, não a achar de todo descabida - suscita-me uma questão inquietante para a qual, espero, os seus entusiastas terão uma resposta pronta, esclarecedora e convincente. Como é que se iriam cobrar – já nem digo distribuir pelos pobres locais – os impostos sobre as fortunas dos ricaços árabes, russos, indianos ou chineses pelo menos na parte que estiver sediada nos seus países? Sim, que – surpresa! – nem todos os super ricos são americanos ou europeus...

2 comentários:

  1. Francisco ofereceu-se para as Fundações Internacionais meta-capitalistas como aquele que irá criar a espiritualidade eco-naturalista que dará suporte à Nova Ordem Mundial, espiritualidade forjada ad extra na Declaração de Abu Dhabi e ad intra na Encíclica Fratelli Tutti, servindo-se da estrutura da Igreja Católica como a sua caixa de ressonância.

    Estamos diante de um verdadeiro programa. Francisco nunca foi um papa comunista. Ele é papa globalista, que se prostrou diante das Fundações Internacionais e está preparando o caminho, como um verdadeiro precursor, para o apogeu desta nova religião universal. ( mais no seguinte link)
    https://novomundo111.blogs.sapo.pt/a-igreja-romana-no-labirinto-globalista-27885

    ResponderEliminar
  2. Não sou muito dado às coisas da fé, mas detesto este papa.

    ResponderEliminar