domingo, 21 de janeiro de 2024

E para coxos e marrecos, também é adequado?

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Estes novos conceitos todos modernaços não param de me surpreender. Agora são parques de estacionamentos adequados para LGBT não sei que mais. Cuidava eu, na minha imensa ignorância, que um parque desta natureza se tratava de uma área especificamente destinada ao aparcamento de automóveis. Podendo, eventualmente, uns serem exclusivos para ligeiros e outros para pesados. Ou, quando muito, existir uma ou outra limitação em função de outras características mais especificas das viaturas. Assim de repente não estou a ver o que importam as opções técnico-tácticas dos condutores para o acto de estacionar.


A menos que se destine a automóveis que não se identificam com a marca que lhes foi atribuída pela fábrica. Com esta cena da inteligência artificial não me admiraria. O meu Dácia deve ser desses. A julgar pelas multas de excesso de velocidade que já me arranjou deve ter a mania que é um Porche, BMW ou isso. Ou, quiçá, este espaço se destine a estacionamento exclusivo de carros que só pegam de empurrão ou com problemas na centralina.

6 comentários:

  1. Boa tarde

    Tanto querem integrar as pessoas na sociedade que cada vez mais as metemos, se metem em guetos.
    Faz-me lembrar aqueles "Clubs Ingleses" que se anunciavam co só para "Cavalheiros".
    Diabos levem as "modas" e o snobismo.
    Será que ainda não compreenderam que "cada um é o que é" e ninguém tem nada com isso, e que os outros não estão interessados em saber "o que eles são"?
    Bom fim de domingo,
    Zé Onofre

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  2. Já discordámos de algumas coisas, mas nisto não posso estar mais de acordo consigo.

    Cumprimentos

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  3. E eu a pensar que depois de ver um porco a andar de bicileta já tinha visto tudo!

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  4. Nestes tempos estranhos que vivemos todos os dias há qualquer coisa que ainda nos surpreende...

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  5. A proibição e criminalização das denominadas terapias de “conversão sexual”
    Esta lei é essencialmente ideológica. Baseia-se na ideologia de género que, pelo seu radicalismo, se opõe à ciência e à boa prática médica. O Presidente da República não cumpriu, de novo, o seu dever.

    21 jan. 2024, 00:13 no Observador

    O Presidente da República decidiu promulgar a lei que “Proíbe as denominadas práticas de «conversão sexual» contra pessoas LGBT+, criminalizando os atos dirigidos à alteração, limitação ou repressão da orientação sexual, da identidade ou expressão de género, alterando a Lei n.º 38/2018, de 7 de agosto, e o Código Penal”.

    Tal lei – o Decreto da Assembleia da República nº 133/XV – teve na sua origem os Projectos de Lei nºs 72/XV/1ª (BE), 209/XV/1ª (L), 699/XV/1ª (PAN) e 707/XV/1ª (PS), tendo sido aprovada à pressa – na generalidade, na especialidade e em votação final global – no passado dia 21.12.2023, com os votos contra do PSD e do Chega e os votos a favor dos deputados de todos os restantes partidos representados na Assembleia da República.

    A referida lei, ao mesmo tempo que proíbe e criminaliza as denominadas práticas de “conversão sexual”, excepciona e despenaliza as práticas e procedimentos realizados em contexto da autodeterminação da identidade e expressão de género. Ou seja, ao mesmo tempo que proíbe e criminaliza, permite e despenaliza em determinado contexto.

    Atendendo a que as únicas terapias ou práticas de “conversão sexual”, de que eu tenha conhecimento, que existem em Portugal são as realizadas em contexto da denominada “autodeterminação da identidade e expressão de género” – as terapias ou práticas de afirmação e “conversão” transexual ou transgénero -, pergunto se não deveriam antes ser estas proibidas e criminalizadas pelo legislador, pelo menos para pessoas menores de idade?

    É preciso ter presente que são precisamente estas terapias e práticas de afirmação transexual e transgénero que acarretam modificações irreversíveis no corpo das pessoas submetidas às mesmas e implicam tratamentos farmacológicos e terapêuticos uma vida inteira. ( continua no link abaixo do Observador)

    Teresa de Melo Ribeiro no Observador

    https://observador.pt/opiniao/a-proibicao-e-criminalizacao-das-denominadas-terapias-de-conversao-sexual/

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