terça-feira, 16 de janeiro de 2024

O último a rir...

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Muito se tem falado e escrito nos últimos dias acerca de migrações. De cá para lá e de lá para cá. Se bem que um e outro “lá” sejam sítios diferentes. Tão diferentes como as pessoas que saem são diferentes das que entram.


Há quem não se mostre especialmente preocupado com a fuga de jovens portugueses em direcção ao estrangeiro. É uma inevitabilidade, dizem. Será, mas muitos deles não tinham necessidade nenhuma de o fazer. Mesmo com salários mais altos e impostos mais baixos, acredito que nem todos ficarão a ganhar muito por demandar outras paragens. Se calhar, em muitas circunstâncias, é mais uma moda.


Não falta também quem delire e transborde de alegria ao assistir à invasão de estrangeiros pobres e pouco dispostos a adoptar o modo de vida da terra que os acolhe. Todos os que já cá estão – e muitos mais, provavelmente – serão necessários para que o país funcione. Mas parece ser do mais elementar bom senso exercer alguma selectividade na escolha de quem recebemos. E, já agora, penalizar alguns comportamentos. Deles e nossos.

8 comentários:

  1. A promoção da imigraçao em massa para o Ocidente no link a seguir ( um estranho pacto,ou nem por isso)

    http://omarxismocultural.blogspot.com/2015/09/marxismo-e-o-capitalismo-juntos.html

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  2. É da mais elementar justiça e bom senso, o "Deles e nosso".

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  3. A emigração que temos é a de pessoas altamente qualificadas e ambiciosas, a imigração énão tem sido assim, nos tempos recentes. Haver mais seletividade, sim!
    Beijinhos

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  4. O pacto que refere nem é por aí além muito estranho dada a convergência de interesses...

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  5. O pior é que falta a ambos!

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  6. Sem dúvida. Exportamos um "produto" de elevada qualidade e importamos "refugo"...

    Cumprimentos

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  7. Exacto, mas ouvindo as "cassetes" esquerdistas e comunistas que por aí andam(sempre com a boca cheia contra o capitalismo) ninguém diria que fosse possivel tal convergência.

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  8. E quais são as prioridades do desgoverno (agora em gestão)?:
    18 jan. 2024, 00:13 José Ribeiro e Castro no Observador

    https://observador.pt/opiniao/as-ultimas-do-genero-a-lei-malandra/

    "Este remate da legislatura, precipitado pela dissolução da Assembleia da República, revelou altíssimo interesse pela legislação em ideologia do género. Para este Parlamento, é alta prioridade nacional à frente de outras que foram preteridas no tempo de atenção política e de debate legislativo e decisão. Pobreza? Não interessa. Seca? Não conhecemos. Injustiças salariais na função pública? Não queremos saber. Abandono do interior? Não estamos a ver.

    Só nestes dois meses, com a Assembleia já politicamente dissolvida, os deputados apressaram-se a aprovar três novas leis nas matérias de ideologia do género e orientação sexual. Já tratei de uma, na área da educação, em artigos anteriores: Esta lei é uma selvajaria; A lei das casas de banho não presta; O legado do PS contra a escola e a família. No final de tudo, foram aprovadas mais duas leis: uma, no âmbito do Registo Civil, sobre o regime do nome pessoal (saiu da Assembleia como o Decreto da Assembleia da República n.º 132/XV); outra, nas “terapias de conversão” e sua criminalização (o Decreto da Assembleia da República n.º 133/XV). Abordo, hoje, a primeira. Deixo a segunda, mais grave, para outro artigo.

    O que faz a nova lei no Registo Civil? O artigo 1.º diz que (a) “consagra o direito à opção por um nome neutro” e (b) “elimina a exigência de consentimento de terceiros para a realização de averbamentos aos assentos de nascimento e de casamento”. Esta é, sem pudor, a assinatura de uma lei sonsa, porque não é bem isto que faz. E é também tecnicamente deplorável."

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