

São recorrentes as noticias acerca de coisas estranhas que acontecem nos museus. Nada que envolva fantasmas, fantasias de vária ordem ou qualquer outra cena fantástica. Nada disso. É mais acerca de óculos esquecidos no chão, bananas coladas na parede – burriés também, embora isso seja uma arte menor – ou peças sanitárias feitas em cacos. Tudo objectos que suscitam a atenção dos visitantes, que os apreciam com ar de entendidos no assunto enquanto se entretêm a divagar acerca da mensagem que o artista pretendia transmitir.
Não vejo nada de mal nessa actividade contemplativa nem, menos ainda, que a malta da cultura se aproveite da crescente imbecilização da sociedade para orientar uns trocos. Pelo contrário. Podiam, até, aproveitar para expandir o “negócio” com a introdução de novas modernaças tendências culturais. Uma exposição de merda de cão, por exemplo. Nela os apreciadores dessas artes poderiam apreciar uma vastíssima panóplia de criações artísticas que, de certeza, os deixaria boquiabertos perante a diversidade existente neste segmento cultural. Se precisarem de um curador estão à vontade.
Li com atenção e sempre com um sorriso. As imagens escolhidas acompanham na perfeição!!
ResponderEliminarÉ uma moda em crescimento a julgar pela quantidade que há por todo o lado, inclusive, nos passeios. Nesta cidade ainda não há a "cultura" do saquinho. Porcos, javardos de merda!
ResponderEliminarÉ sempre uma questão de cultura do dono do cão, da cultura de quem cria leis e da cultura que quem as deve fiscalizar.
ResponderEliminarNo caso em apreco, o cagalhoto de cão, diz aqui o meu munícipio que passear cães na rua obriga, para além de outras coisas menos visíveis - como o chip no bicho, as vacinas em dia, a licença - o transporte dos saquinhos para acondicionar o cócó.
Pois eu que passeio todos os dias o meu cão, com os saquinhso na trela, que para além de também serem passeados são usados quando é preciso e nunca fui interpelado por nenhum autoridade, no sentido de apurar se o meu canideo, está vacinado, se tem chip e licença e se eu trago os saquinhos.
Honra seja feita a uma patrulha da GNR que numa operação stop, quando viu a cãozinha dentro do carro (vinha do veterinário porque tinha partido a pata) me perguntou pela licença e boletim de vacinas que lhe mostrei. Só não percebi como é que ele percebeu que pertenciam aquela cãozinha, uma vez que não lhe leu o chip.
A Assembleia desta República não tem uma secção para exposiçôes culturais e artisticas?
ResponderEliminarObrigado pelo comentário!
ResponderEliminarNão está na moda recolher a merda do cão nem tirar a licença do dito...
ResponderEliminarA fiscalização nessa area é praticamente nula. É mais fácil e rende mais multar automobilistas.
ResponderEliminarOlha...O parlamento podia ser pioneiro a divulgar esta arte magnifica.
ResponderEliminarDe certa forma já é ,basta olhar para algumas das bancadas paralamentares.
ResponderEliminarSubscrevo tudo com um sorriso ver uns óculos e só espero que o fotógrafo não fique com dores nas costas:))
ResponderEliminarA poia daria num belo quadro para o gabinete da polícia municipal e até nos do PAN:)))
A falta de civismo é tanta que junto também a falta de respeito aos varredores das ruas e quem recolho o lixo dos contentores.
Beijos e um bom dia
Se no lugar dos óculos estivesse um monte de bosta iam achar na mesma que era arte.
ResponderEliminarBom fim de semana!