
Chalupas há muitos. Cada vez mais, parece-me. A maior parte deles à solta e a pregar a sua chalupice. O que faz algum sentido, pois de um chalupa não se espera outra coisa senão que diga – ou, como no caso, escreva nas paredes ou onde calha – as chalupices que lhe vão na sua cabeça de chalupa.

Numa altura em que atravessamos um pico de mortalidade raramente visto, podia esperar-se que nas reuniões partidárias este assunto fosse discutido e pensadas medidas que o pudessem minimizar. Só que não. Preferem discutir a problemática da troca de bebés nas maternidades a mando, dizem, do Presidente da Republica. É o que dá os chalupas estarem em todo o lado. Até – quem diria - no Partido Socialista.
Chalupas há muito e por todo o lado, chapéus para os idnetificar é que há muito pouco.
ResponderEliminarNenhuma causa ou organização tem o exclusivo da chalupice.
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