
Esta coisa do racismo já enjoa. A parvoíce é de tal ordem que basta alguém ficar chateado, por um motivo fútil qualquer, para desatar a berrar que foi vitima de racismo. Faz-me lembrar umas certas criaturas que, quando apanhados a roubar e obrigados a devolver o produto do roubo, guincham estridentemente “aiiii raciiiiiistas”!!!!!
Agora foi um jogador de futebol, com mais de quarenta anos e sobejamente conhecido por atitudes pouco próprias dentro de campo – recorde-se aquela barbara agressão a um adversário quando jogava num clube espanhol – que terá apresentado queixa por racismo na policia por um jogador da outra equipa lhe ter chamado “mono”. Não percebo porque razão se ofendeu. “Mono” é, em Portugal, o nome dado a um objecto doméstico, geralmente velho e de grandes dimensões. Parece-me apropriado que alguém lhe tenha chamado isso. É grande, velho para jogador e a sua atitude em campo constitui um estorvo ao futebol. Nomeadamente àquele que se joga com lealdade e sem atitudes manhosas. Tratar-se-á, quando muito, de velhofobia futebolística.
Acho exactamente o mesmo. Em Portugal, sê português! Pepe até é naturalizado. Sofre de monofobia, o medo de se tornar um mono, velho e inútil. Acontece a todos, oh Pepe.
ResponderEliminarAcabei de ler a notícia e logo tu tinhas de fazer um texto mais esclarecedor:)))
ResponderEliminarBeijos e um bom sábado
Qualquer dia temos todos de falar de boca fechada e com a mão à frente e ainda com os lábios tapados por fita adesiva.
ResponderEliminarBom dia
ResponderEliminarPara quando a recolha e reciclagem ?
JR
Para aquele clube vale tudo para ganhar. Até criancices destas.
ResponderEliminarÉ só o meu ponto de vista...
ResponderEliminarBom fim de semana!
Isto já só falta criar a policia da linguagem... assim mais ou menos como a policia da moral e bons costumes do Irão ou da Arábia Saudita!
ResponderEliminarAinda demora...há coisas que fazem verdadeiros milagres no âmbito da longevidade desportiva!
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