
1 – Com muita pompa e não menos circunstância foi anunciado que a divida pública estava diminuir. Afinal parece que não. Mas isso, na verdade, já todos sabíamos. Menos o governo. Ou, então, estavam a mentir. O que é perfeitamente normal, segundo o que um governante, deputado ou socialista detentor de outro qualquer tacho veio um dia destes admitir. E que também já sabíamos, diga-se.
2 – Apesar de toda a converseta acerca da cobrança de impostos impulsionada pela inflação estar a melhorar as contas públicas, as benesses distribuídas pelo governo aos reformados e vulneráveis continuam a ser feitas com recurso ao endividamento. Ou seja, é como se eu fosse pedir um crédito ao banco para dar esmola aos pobres. A diferença é que nem a minha generosidade chega a esse ponto nem, se o fizesse, seriam outros a pagar as consequências da minha insanidade.
3 – Por cá, desde que se soube que os contribuintes iriam dar casinhas, a população dita vulnerável – o que eu gosto destas modernices da novilingua – tem aumentado significativamente. Garantem alguns, que eu dessas coisas nada sei até porque não os contei. O que dá para ver a olho nu é que isto se está a tornar um lugar mal frequentado. Não é que seja especialmente medricas, mas existem locais onde quando passo olho por cima do ombro. Não é que tenha medo, mas a verdade é que, em caso de necessidade, já não consigo fugir tão rapidamente...
A mente do título e a associação com a população dita vulnerável são impagáveis. Já estamos a ver que vamos pagar muito mais. Sem limites... como o estado a que chegámos.
ResponderEliminarEntretanto, o BCE vai aumentando os juros.
ResponderEliminarA culpa é do Costa, já sei! Ou, como agora está na moda, do Galamba.
Cumprimentos, caro KK, sem ressentimentos.
A conta vai chegar. É só uma questão de tempo...
ResponderEliminarCumprimentos
Nah...a culpa, obviamente, é do Passos.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.