
Calculo que os meus leitores já terão reparado que, de há tempo a esta parte, tenho escrito aqui no Kruzes muito menos do que era habitual. O alivio que lhes tenho proporcionado deve-se, por um lado, à agricultura da crise e, principalmente, aos baixos níveis de irritabilidade de que ando a padecer. Quem me segue com regularidade já terá percebido que a irritação inspira-me. Torna-me os dedos mais leves, digamos assim. Coisa que, ultimamente, não tem acontecido. Apesar de temas capazes de despoletar a minha ira surgirem quase todos os dias, estou com manifesta dificuldade em irritar-me. Oxalá isto passe depressa. É que começo a ficar preocupado. Para que se perceba a dimensão do drama, nem sequer me consigo irritar com aquelas pessoas – e, espantosamente, são muitas - que insistem em chamar palhaço ao presidente da Ucrânia, apesar de terem votado no Marcelo. Sei que é esquisito, mas só me consigo rir. As melhoras a mim, porque essas criaturas são casos clinicamente perdidos.
:)))) gosto muito do Marcelo e o de Zelensky e detestei até hoje alguns presidentes nossos que não é preciso referenciar.
ResponderEliminarFazes bem em dedicares mais o teu tem de lazer n "cultura da crise:)
Abraços e um bom fim de semana
Detesto o Marcelo. Não votava nele nem para representante do condomínio.
ResponderEliminarBom fim de semana!
Creio ter deixado um comentário que não aparece. Em frente que atrás vem gente.
ResponderEliminarO escrever pouco não significa ter menor importância. O contrário também é válido.
Fala-se aqui em Marcelo e em Zelensky. Não são misturáveis mas, ainda assim, é-me dada a oportunidade de chamar a ambos ... oportunistas.
O primeiro, pelo que está a fazer na 'tugalândia'. Depois do primeiro mandato, todo ele 'selfies' e abraços, um segundo onde o presidente cá do burgo está a ser (e a mostrar-se) exatamente o que é e como é. O segundo é um político, ator, roteirista, comediante e produtor/diretor cinematográfico. E nas horas vagas, arma-se em herói, esquecendo-se do mal que já fez a muita gente no país que se chama Ucrânia.
Entre um e outro escolho, se me é permitido, o do meio.
Cumprimentos, caro KK.
Marcelo, no caso da visita do primeiro ministro a Kiev e não só, foi inconveniente e de uma falta de sentido de Estado e de juízo sem limites. Ou então quer tramar o Costa. O que, vindo de um PR, é a mesma coisa.
ResponderEliminarZelenski, nas actuais circunstâncias, não podia fazer diferente. É nestas alturas que se distinguem os homens dos ratos.
Cumprimentos, caríssimo.
Desejo-lhe, sinceramente, as melhoras. Decerto que não é covid.
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