
Não percebo nada dessa coisa de que tanto se tem falado nos últimos dias. Os metadados, ou lá o que é. Diz, assim grosso modo, que é uma cena capaz de dar um certo jeito para apanhar criminosos. O pior é que não pode ser usada. Ao que parece uns juízes quaisquer, a atirar para o bota de elástico, não terão achado boa ideia usar essa modernice na caça aos meliantes. Num momento de rara sagacidade, possivelmente maravilhados com a sua própria genialidade, acharam que a decisão era tão boa que seria uma pena aplica-la apenas em casos futuros. Daí decidiram que também conta para o passado. Lamentavelmente quando apreciaram a constitucionalidade dos cortes do subsídios de férias e de Natal não ficaram tão impressionados com o seu brilhantismo e, nessa altura, entenderam que a sua sábia decisão apenas valia para o futuro. Coerentes, estes cavalheiros.
Quem, consta, beneficiará deste beneplácito da justiça será aquela malta que andava para aí a aceder a dados dos utilizadores mais incautos do MBWay. O que pode levar um tipo como eu - que, recordo, sou um perfeito alarve em cenas como leis, dados, justiça e mais um imenso rol de áreas que me escuso de enumerar para não cansar quem me lê - a concluir que esses podem aceder aos dados que quiserem sem problemas nem constrangimentos de ordem constitucional.
Assim de repente - ainda que não tenha nada a ver com o restante conteúdo do texto - ocorreu-me aquela tirada do cidadão de etnia cigana para o causídico que o representava: “Ó sr. doutor, há lá alguém mais sério do que um cigano ou um advogado!”. Não tem, reitero, relação nenhuma com o post nem sei, a bem dizer, porque me fui lembrar disto.
Aquela do 'a cavalo DADO não se olha o dente' tem aqui cabimento?
ResponderEliminarBoa semana, caro KK.
ResponderEliminarPlenamente de acordo, Kruzes
Beijinhos
Feliz Dia
Obrigado, Luísa.
ResponderEliminarCumprimentos
Claro que sim...desde que tenha verba! Ou verbo, não sei...
ResponderEliminarCumprimentos