
Simpatizo muito pouco com as causas ambientais. Principalmente quando a alegada luta dos chamados activistas se transforma numa espécie de palhaçada inconsequente. Como, por exemplo, o dia europeu sem carros. Data que, felizmente, de há uns anos a esta parte passa praticamente despercebida. Não sou, de forma nenhuma, um adepto do automóvel. Sempre que posso – e posso muita vez – ando a pé. A principal razão para o fazer é que não gosto de pagar impostos. É uma coisa que me aborrece e da qual fujo como o diabo da cruz.
Ora o automóvel constitui uma importante fonte de financiamento do país. Se todos seguissem o meu exemplo ou as exigências dos apanhados do clima fossem aplicadas, a receita pública teria uma quebra significativa e tudo aquilo que são as funções do Estado seria colocado em causa. Convinha, portanto, que houvesse juízo. Que isto o capitalismo não é verde mas os activismos bacocos, especialmente em matérias ambientais, põem as contas públicas no vermelho.
Quando vi as imagens fiquei pasma amigo. Subscrevo tudo mas acrescentaria também os sindicalistas e as arruadas políticas. Um gasto inacreditável!!!!
ResponderEliminarAbraços
É mesmo uma palhaçada ... estas e muitas outras!
ResponderEliminarEu não me importaria de deixar o carro em casa, pouparia muito em combustível e nos impostos, que neste momento daria uma grande jeito, mas onde trabalho não existe rede de transporte público e nem de bicicleta posso ir devido às subidas e descidas que tenho de fazer diariamente.
Logo, tenho de usar o meu carro!
Beijinhos, Kruzes
Feliz Dia
Os sindicalistas e as arruadas são os custos da democracia...agora esta gente das causas do clima se ficasse em casa e não andasse por aí a poluir contribuia muito mais para causa que alegadamente defendem.
ResponderEliminarBom fim de semana!
Pois é, aí meios de transporte que envolvam esforço não são nada práticos. Só a descer, nesse caso todos os santos ajudam. A subir é que é só um e é coxo!
ResponderEliminarBom fim de semana