
Descarto qualquer hipótese de incluir no rol das minhas preocupações a possibilidade do céu se abater sobre a minha cabeça. Nem, sequer, tenho nenhuma espécie de temor que algum avião se despenhe em cima de mim. Mas lá que o espaço aéreo cá da zona estava hoje especialmente congestionado, lá isso estava. E, garanto, a imagem mostra apenas uma pequena parte dos rastos que, logo pela manhã, ainda eram visíveis. Ao contrário do que aconteceu durante meses, em que nada disto se via nos nossos céus. Sinal, mais um, de que felizmente a vida, tal como a conhecemos, está de regresso.
Está de regresso e ainda bem.
ResponderEliminarCumprimentos, caro KK.
O que viste também eu vi para além dos treinos dos da força aérea. Adoro ver os aviões e à noite alguns fazem a rota por aqui a caminho de Lisboa:)))
ResponderEliminarO regresso da vida não vai ser como antes porque muita coisa mudou e é pena que não tenha mudado os vergonhosos debates políticos que só apontam defeitos uns os outros sem olharem primeiro para si próprios.
Beijos e um bom domingo
Ups ... pensei que era campanha eleitoral
ResponderEliminarBeijinhos Kruzes
Feliz Domingo
Tem esta particularmente intenso o trafego aereo nos últimos dias...
ResponderEliminarCumprimentos
Boa analogia!!
ResponderEliminarCumprimentos
Felizmente!
ResponderEliminarCumprimentos
Não sei porquê. Mas nos finais de Agosto e inícios de Setembro fartei-me de ver numa praia algarvia, fosse madrugada fosse entardecer, estes rastos de vapor de água de grandes aviões voando acima dos 10.000 metros.
ResponderEliminarDeve ser a época deles, como a dos melões.
A Vida como a conhecemos (no passado) não volta mais. Um espectro ronda o mundo: é o início do fim do mundo que conhecemos.
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