
“A casa a quem a habita”, reivindica a patética manifestante. Como reivindicaria outra idiotice qualquer que, no momento, lhe apetecesse. Tem – e ainda bem – todo o direito a fazê-lo. São as tais liberdades apenas possíveis em democracia. Um regime pelo qual cada vez mais gente tem menos apreço.
Vá lá que não reclama a pertença da casa a quem a constrói. A quantidade de gente envolvida na construção de um edifício é de tal ordem que a coisa só se resolveria com uma solução do tipo time sharing ou assim. Por mim, um convicto defensor do capitalismo, da livre iniciativa, da propriedade e de muitas outras cenas que fazem com que vivamos num sociedade de relativo bem-estar, principalmente quando comparada com outras que provavelmente merecerão à portadora do cartaz mais simpatia, prefiro “o seu a seu dono”. Manias.
Sempre o "seu a seu dono"
ResponderEliminarTambém concordo
Beijinhos Kruzes
Feliz Dia
Terá sido o cartaz - e a ideia - baseada no célebre 'a terra a quem a trabalha'?
ResponderEliminarSim que isto de reivindicações palermas parece estar de regresso.
Cumprimentos, caro KK.
O dia em que a propriedade for posta em causa é quando desata tudo à bofetada!
ResponderEliminarCumprimentos
E eu que pensava que os malucos do Verão de 1975 estavam definitivamente arrumados no caixote do lixo da história...afinal transmitiram a idiotice ao netos!!!
ResponderEliminarCumprimentos