Tem, nos últimos dias, sido noticiado que o Estado desconhece a dimensão do seu património imobiliário. Não vou escrever que é uma vergonha. Mas lá que é, isso é. Mais ainda quando conhece, às vezes melhor do que os próprios, o património de cada contribuinte, o dinheiro que temos ou onde o gastamos. Pior. Tem cada vez mais a pretensão de gerir os imóveis dos proprietários privados ou, no mínimo, de lhes dizer como o devem fazer.
É por estas e por outras que dizer que o Estado não é pessoa de bem, mais não será do que repetir uma verdade de “La Palisse”. Será, quando muito, uma pessoa de bens. Mesmo que não saiba quantos. E que, notoriamente, está muito mais interssado nos bens dos outros do que nos seus. Uma espécie de padre Nabiça. Aquele que tudo o que vê, cobiça.
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