
Tenho o maior respeito por aquela malta que consegue atravessar uma multidão enquanto segura vários copos de cerveja em cada mão. Sem entornar, sequer, uma gotícula do precioso liquido. Mais difícil ainda – e, consequentemente, maior o meu respeito e admiração – quando a dita multidão está aos pinotes ou, simplesmente, em movimento. Deve ser uma arte. Ou um dom, talvez. Quiçá um acto de coragem desmedida, pois quem arrisca uma travessia destas habilita-se a levar uns tabefes se a coisa dá para o torto. Eu, com sorte, chegava ao destino com os copos meios. E não, não seria por a beber no trajecto. Deve ser inveja mas, confesso, às vezes dou por mim a desejar que aquilo se entorne. Teria, admitamos, a sua piada.
Esta não percebi daí não conseguir dizer nada:))
ResponderEliminarAbraços
Lembrou-me aquela do tipo que vai ao médico, as mãos tremendo.
ResponderEliminarMédico: Você bebe muito...
Tipo: Não, doutor. É mais o que entorno.
É só uma divagação...
ResponderEliminarBom fim de semana!!!
Tá boa, tá!!!
ResponderEliminarO primeiro comentário é meu e o sapo só me prega partidas:) Desculpa KK
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