Por mais anos que vivamos – e eu já cá ando quase há cem – existem coisas para que a vida não nos prepara. Ver e ouvir um socialista preocupado com as contas da nação e evidenciar uma invulgar parcimónia no gasto do dinheiro público é, seguramente, uma delas. Mas aconteceu. Ou, pelo menos, assim parece com esta cena do Costa e dos professores.
Que outras verdades que damos como adquiridas o futuro se encarregará de colocar em causa? Um autarca que não aprecie dar empregos, subsídios, festarolas e banquetes diversos? O Sporting campeão? Vida para além da morte? O CDS a pretender pintar passadeiras com as cores dos invertidos? Ah, espera, esta última já ocorreu…
Mas, nisto do bodo ao professores e demais carreiras especiais da função pública, não vejo onde está o problema. Não há dinheiro? Aumenta-se o IVA em dois ou três pontos percentuais, sobe-se o IRS noutro tanto, aumenta-se o ISP mais uns cêntimos e resolve-se o assunto. Se, mesmo assim, não chegar pede-se emprestado. Qual é a dúvida?
Políticos bem parecidos com o responsável dos destaques desta plataforma.
ResponderEliminarCompreendo que queira ofender os políticos, é coisa que também faço com regularidade, mas não é preciso tanto...
ResponderEliminarBom fim de semana!
Estou de acordo, é preferível esbanjar milhares de milhões de euros nos prejuízos da banca privada do que devolver a quem foi roubado... Cruzes Canhoto!
ResponderEliminarÉ preferível esbanjar milhares de milhões de euros nos prejuízos da banca privada - e pública, já agora - a reduzir a imensa carga fiscal;
ResponderEliminarÉ preferível esbanjar milhares de milhões de euros nos prejuízos da banca privada - e pública, já agora - a investir na saúde;
É preferível esbanjar milhares de milhões de euros nos prejuízos da banca privada - e pública, já agora - a melhorar o sistema de transportes.
É preferível esbanjar milhares de milhões de euros nos prejuízos da banca privada - e pública, já agora - a fazer alguma coisa pelo interior o país...e podia continuar, mas não vale a pena. Era demagogia, populismo e, às tantas, até um pouco fascistas estas minhas opiniões.