terça-feira, 11 de setembro de 2018

Pacifismo vermelho

O Conselho Português para a paz e cooperação é uma organização que, presumo, pugna pelo pacifismo, odeia armas e detesta guerras. Nomeadamente daquelas em que são os exércitos do ocidente em geral e o americano em particular a puxar o gatilho. Nem mesmo aqueles “jogos de guerra” em que, em tempo de paz, os militares se entretêm merecem particular apreço aos pacíficos e cooperantes conselheiros. Tanto assim é que basta um qualquer exercício militar da Nato para deixar aquela malta à beira de um ataque de nervos.


Contava que por esta altura, face à grandiosidade dos exercícios militares russos actualmente a decorrer, os níveis de irritabilidade do tal conselho estivessem no seu ponto máximo. Até porque - desconfio que eles já saibam - a Rússia já não é comunista e quem manda naquele país gosta tanto de comunas como eu. Mas não. Enganei-me. Isso é coisa que não lhes interessa para nada. E nem é por ser longe, que ainda um dia destes estavam preocupados com a Coreia. O que realmente os preocupa é o Lula. Aquele “tunante” que está engavetado. Quase aposto que estão mortinhos por “cooperar” com ele…

1 comentário:

  1. Ferdinand Foch, Maréchal de France
    • Accepter l'idée d'une défaite, c'est être vaincu.
    • Ne me dites pas que ce problème est difficile. S'il n'était pas difficile, ce ne serait pas un problème.
    • Une assemblée pour décider doit avoir une nombre impair, mais trois c'est déjà trop.

    A Vida é assim... tão simples!

    Comités, Conselhos, Observatórios et all, são coisas de panacas — vejai bem a palvra e ide a um bom dicionário cultivar o português que, no caso, é do Minho ao Brasil.

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