
Para os portugueses qualquer pretexto é bom para se amesendarem. Mesmo os mais inusitados. Isso não quer dizer, obviamente, que todos são mafiosos. Um ou outro não será. Embora a fixação com os morfes, como se o repasto fosse a coisa mais importante da jornada, não indicie nada de bom quanto à ausência de ligações à “família”. Esta obsessão tuga quase leva a desconfiar que o futuro desta - da família - se trata à mesa. E eu para aqui a cuidar que era mais na cama...
Sem comentários:
Enviar um comentário