
Apesar da carga fiscal estar ao nível do esbulho, o primeiro-ministro já garantiu que não é sua intenção diminui-la. Nem mesmo, ao menos, ligeiramente. Ainda que, convém lembrar, o fardo dos impostos, das taxas, taxinhas e derivados seja mais pesado agora do que na altura em que foi preciso pagar a bancarrota deixada pelos socialistas. É necessário baixar a divida, alega. Aquela que, apesar da imensa roubalheira fiscal promovida pela geringonça, não para de crescer. O que não admira, diga-se. O dinheiro nas mãos da esquerdalha é como manteiga em focinho de cão.
Os "Xuxas", "marretas y foicinhas" de toda a qualidade e todos os que metam social no nome, foram sempre óptimos administradores, (leia-se xulos) daquilo que aos outros legitimamente pertence. Como bons vigaristas que se prezam, têm sempre muitos argumentos aparentemente irrefutáveis. Ele é o faduncho da "pobreza, da desigualdade, da oportunidade, da educação, da dislexia e da muito embaralhada diferença sexual e outros chavões com que tentam convencer os inúteis os preguiçosos, os marginais e todos aqueles para quem o pão e circo são "direitos", mas isto é democracia e sai caro! Aguenta povo (o que trabalha, paga impostos e sustenta os aristocratas dos partidos do arco do poder)
ResponderEliminarEsta gente faz caridade com o dinheiro dos outros. Chamam-lhe solidariedade, ou lá o que é. Para mim, quando metade do que ganho vai para impostos chamo-lhe roubo.
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