sábado, 27 de janeiro de 2018

Vaucher, email ou azelhice?

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Que me lembre – e já me lembro de muita coisa – nunca o país assistiu a um ataque dirigido a ninguém, nem a nenhuma instituição, como aquele de que o Benfica está a ser alvo. O desespero pela ausência de vitórias pode, admito, servir de justificação. Não pode é justificar tudo. Sejam os depósitos nas contas dos árbitros, a invasões dos locais onde os mesmos se treinam ou a violação do sistema informático de uma empresa cotada em bolsa. Tudo perante o alheamento da justiça – da desportiva e da civil – e o gáudio da miserável comunicação social que temos.


Não ponho, obviamente, a mão no fogo por ninguém. Ando cá há anos suficientes para saber que não há inocentes. Mas o que de verdade me surpreende, ainda mais do que outras coisas, é não haver uma alma que se lembre de esmiuçar os auto-golos e os penáltis do Tonel – ah, espera, esses beneficiaram o Porto e o Sporting – nem aquele falhanço inacreditável do Bryan Ruiz que tirou o campeonato aos lagartos. Uma azelhice daquelas ainda hoje me cheira a marosca. Investigue-se...

2 comentários:

  1. Eu punha os três grandes ..."a pão e água"...ou seja um ano paradinhos da silva para se acalmarem. Um desporto que arrasta multidões está mergulhado no que referes e é ver quem ataca mais. Apure-se a verdade e ponto final!

    Um abraço

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  2. Quem ataca é quem precisa desesperadamente de ganhar e não o consegue fazer dentro do campo. Hoje toda a gente reconhece que todos estes ataques ao Benfica são uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma...

    E onde anda a justiça?! Tão rápida a proibir um programa que, alegadamente, expunha criancinhas mas que nada diz acerca de dados clínicos de jogadores que foram tornados públicos?

    Bom fim de semana!

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