Que o Estado não é uma pessoa de bem não constitui nenhuma espécie de novidade. Ladrão, vigarista e trapaceiro são alguns dos epítetos mais comummente usados para qualificar a sua postura perante os cidadãos. E, como todos os que evidenciam estas características, possui uma imaginação prodigiosa. Tanta que, nunca sendo suficiente para as suas sempre crescentes trafulhices aquilo que surripia aos nossos rendimentos, mantém uma busca continua de novas fontes que lhe permitam continuar a fazer vida de rico. A ele e, se calhar, aos protegidos. Não precisava era de seguir o caminho da delinquência. O roubo, furto ou sequestro são, parece-me, coisas que se enquadram nesse âmbito.
Por falar em delinquentes. Lembrei-me do Trump. E, também, dos que o criticam por tudo e, principalmente, por nada. O homem não gosta que os habitantes daquilo a que classificou como países de merda migrem para os Estados Unidos. O que deixou manifestamente indignados os habitantes dos países visados. Indignação que, para além de legitima, se compreende. O que já não percebo é por que raio, ainda assim, esses mesmos habitantes continuam a insistir em migrar para um país governado por um gajo daqueles.
Não gostei mas não faço disso bandeira, porque sendo eu nascida e criada num "país de merda" e emigrei não me considero como tal. Em todos os países há mais gente boa do que "trumpes".
ResponderEliminarComo presidente deveria ser um pouco mais contido mas culpo quem o elegeu...um palerma com um castor na cabeça e que só sabe twittar...apre...o que dispenso!
É a minha modesta opinião:)
Beijos e um bom sábado
Fatyly, vá lá! Ninguém se deve amofinar por ter vindo de onde cada um veio.
ResponderEliminarO importante é o que cada um fez e faz na sua vida, pelos outros. Escrito por G.K. Chesterton: «I want to love my neighbour not because he is I, but precisely because he is not I».
Acredito, porque é humano, que nem eu nem vós aceitemos um empregado que «não presta» para o trabalho atribuído. Não interessa raça, credo e outras mariquices. Presta = vai ajudar a 'loja' a melhorar. Não presta = vai ajudar a 'loja' a piorar lixando o patrão e os outros empregados.
D. Trump foi eleito por «maiores e vacinados» do país mais livre do planeta. Mais livre porque mais respeitador do próximo. Lá há milhões que podem não saber onde fica Lisboa. Mas sabem como e quando ajudar quem estiver em dificuldade.
Interessa ver e saber que o respeito pelas autoridades é cultivado. E que têm 'penas' de mais de 100 anos (e a de morte, nalguns estados). E que aplaudem o extermínio dos reles na sua sociedade.
Sabeis que as mulheres que condenaram o machismo em Hollywood andavam aos beijinhos com um reles machista-mor há 2-3 anos? Agora é que lhes deu o arrependimento?
H. Clinton e os muito ricos lixaram-se por causa destas e doutras cenas. Safanagem...
Já agora. Trump twita e Macron não deixa a CS por pé em ramo verde — fala na TV sem direito a presenças, nem perguntas.
Cumprimenta
Vim aqui para comentar o post. mas Fatyly distraíu-me.
ResponderEliminarClaro que os naturais da Merdaleja (notável povoação no mapa de hermann josé) queiram 'mamar'. É só ver o que se passa neste cu da europa. Não os culpo, nem desculpo. Os interessados, os EUA, é que têm a opção.
Abraço
Discordo quanto a isso da culpa. A eleição de Trump ou as votações na chamada extrema-direita em muitos países europeus são apenas o resultado das politicas que as esquerdas, a intelectualidade alegadamente bem pensante e os adventistas do politicamente correcto querem impor aos povos ocidentais.
ResponderEliminarBom domingo!
Podiam ir, sei lá, para Cuba. Até porque fica ali perto e diz que melhor no mundo não há...
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