Parece que, contra tudo o que antes pensávamos, somos – os portugueses – uns racistas do piorio. É pelo menos isso que os meios de comunicação social nos querem fazer acreditar. Bom, os portugueses é como quem diz. Nem todos padecem deste problema. Só os portugueses brancos. Negros, ciganos e mestiçagem diversa ainda que tão tugas como os restantes, são imunes a essa estranha patologia. Mesmo quando os seus hábitos e tradições demonstram claramente o contrário. Veja-se o caso da comunidade cigana, que não admite o casamento de uma mulher com um homem não cigano. E já nem me atrevo a imaginar o que pensarão os membros da dita etnia se a ciganita optar por casar com outra mulher. Nesta cena do casório – ou da sua reprovação, no caso – imagino que para a gentalha que nos chama racistas, tudo se resuma a uma questão cultural que temos de respeitar. Como a pedofilia, prática igualmente recorrente entre aquele pagode.
Li, num artigo acerca das comunidades ciganas de Monforte e Elvas, que durante a reportagem uma das jornalistas teria sido apalpada no rabo. Nada que a tivesse incomodado por aí além, concluí do resto da leitura. Não é, de facto, nada de reprovável quando exercitados por membros de uma qualquer minoria. Até porque, como toda a gente sabe, machismo, sexismo e sei lá mais o quê no âmbito discriminatório, não são pecadilhos próprios de ciganos.
E é assim que se faz jornalismo em Portugal. Ou que se pretende discutir temas sérios. Depois não se admirem quando, um dia destes, estivermos a eleger um André Ventura qualquer. Ainda que de esquerda, que também os há.
Eu cada vez percebo menos de racismo, cada vez mais baralhado. Os branquelas vão para as praias para enegrecerem. Para acelerar o processo vão-se engraxando com uma coisa parecida com pomadas para o couro dos sapatos. Por sua vez os farruscos bebem umas mistelas para branquearem a derme e usam uns ferranchos quentes e umas químicas agressivas, para porem a carapinha tão lisa como o cu de menino. Eles e elas até pintam o cabelo, (púbico incluído) em louro nórdico a puxar pró albino. Cada vez mais o racismo é uma tenda de "folleries". Mas que deve dar dinheiro e votos não tenho dúvidas. Quanto á ciganada a coisa está a mudar. As lelas Já vão encornando alguns, enquanto eles vão para o ginásio puxar pelo físico e a gastar o RSI a tomar aquelas ditas hormonas esteróides, as tais que põem a verga a apontar pró chão, sem viagra que lhes valha, para dar assistência dentro da barraca ou da habitação social . A isto chama-se globalizaçao. Eu chamo-lhe emasculação global.
ResponderEliminarQue posso eu acrescentar?! Que também já vai havendo ciganos larilas? Poder, podia mas não conheço nenhum. Devem tirar-lhes essa ideias da cabeça lá na barreca...
ResponderEliminarMas com toda a razão. Não há pecadilhos de qualquer tipo nos negros, nos ciganos, nos índios e indianos, nem nos mestiços e mauberes. Sómente — e sabe-se lá porquê — os deslavados é que borram a pintura da espécie humana. Complexos de deslavados.
ResponderEliminarEstou para ver - eu não, felizmente, mas os que cá estiverem - quando os branquelas forem a minoria da população quem é que eles vão culpar...
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