sábado, 7 de janeiro de 2017

Tatuagem islamofóbica. Seja lá isso o que for.

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Não gosto de tatuagens. Nem percebo as motivações que levam alguém a tatuar-se. Verdade que não me esforço por entender. A bem dizer pouco me importa. Excepto naqueles casos em que aparece um gajo – ou uma gaja, tanto faz – todo indignado a protestar contra qualquer coisa a que se julga com direito e que, segundo a criatura, o Estado devia providenciar em seu beneficio. Um dia destes – e já não é a primeira vez – reclamava um individuo da falta de dentistas no Centro de Saúde. Uma vergonha, garantia. Isto enquanto exibia um “faqueiro” completamente “enferrujado”. Vá lá que não protestou contra a inexistência de dermatologistas. Não vá precisar de remover algumas tatuagens. Que isto cada um tatua-se a seu livre prazer, não precisa é de aborrecer os outros com conversa fiada acerca da falta de dinheiro para arranjar os dentes.


PS - Reitero o meu desprezo pelas tatuagens. Mas, depois de encontrar a imagem acima, admito que vou passar a tolerar algumas. As que são por uma boa causa, nomeadamente.

2 comentários:

  1. Não gosto nada de tatuagens mas também não me incomoda nada ver pessoas forradas como de papel de parede se tratasse.

    Sou do tempo em que os militares o faziam e nunca por nunca gostei .

    Não faço ideia o custo de tal mas sim tens razão quanto ao exemplo que deste há dinheiro para umas coisas e para outras venha de lá o subsídio:)

    Beijocas e um bom domingo

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  2. Como diria a minha avó: "Queixam-se de barriga cheia"!

    Bom domingo!

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