segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Sensibilidades

A esquerda, como se sabe, é a campeã da sensibilidade social. Tem tanta que até chateia de tão sensível que é. Deve ser por isso que pretende – e bem – aumentar o salário mínimo para seiscentos euros. Quer, também – e igualmente bem – aumentar em dez euros as pensões até oitocentos e quarenta e cinco euros.


Embora isso me comece a preocupar, dada a frequência com que está a acontecer, não podia estar mais de acordo com estas propostas esquerdelhas. Há, no entanto, uma coisinha de nada que me está a moer. A consumir, como diria a minha avó. Então e aquelas pessoinhas que trabalham na função pública – e menciono estas porque quanto às do privado não podem fazer grande coisa – que ganham entre seiscentos euros e oitocentos e quarenta e cinco? Para essas não há sensibilidadezinha absolutamente nenhuma?! Parece que não. Ficamos assim a saber que, para a esquerda, um trabalhador que ganha seiscentos e cinco euros é menos necessitado que um reformado que aufere oitocentos e quarenta e cinco. Deve ser a isto que chamam justiça social ou lá o que é…

4 comentários:

  1. Anónimo9:26 a.m.

    Como todos sabemos os reformados têm mais necessidades do que aqueles que trabalham, nomeadamente passear, jantaradas... enfim os que trabalham não precisam desse aumento porque não têm tempo para essas atividades; têm que cuidar e educar os filhos e sobretudo trabalhar para que nada falte a essa "classe de privilegiados".

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  2. fatima3:15 p.m.

    De doidos, até abano o cerebelo...

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  3. Os politicos precisam dos reformados para ganhar eleições. Daí darem-lhes tudo.

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  4. Uma cambada! Isto só com uma moca, como defendia o outro...

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