Sermos um país pobre tem as suas vantagens. A principal é que ninguém vem para cá chatear. Não despertamos cobiças de conquista nem, excepto os invejosos dos castelhanos e os patetas alegres dos franceses, ninguém manifestou vontade de nos invadir.
O mesmo se aplica, agora, aos novos invasores do continente europeu. Ninguém quer vir para Portugal. Por mais que alguns profissionais da beneficência insistam ou políticos alarves, como o Costa, façam questão de oferecer a nossa hospitalidade. Poucos, entre os milhões que já chegaram à Europa, equacionam essa hipótese. Nem sequer dez mil deles, o número de alegados refugiados que o governo admite receber, conseguem convencer. E mesmo os que se deixam enganar, assim que podem dão de frosques em busca de um lugar, digamos, mais condescendente em termos monetários. Que, afinal, foi para isso que eles saíram da sua zona de desconforto.
Toda essa malta, obviamente, prefere a generosidade da segurança social dos países situados mais a norte. Aqui seria impossível a um gajo, ainda que tivesse quatro mulheres e vinte e três filhos, afiambrar-se a trezentos e sessenta mil euros por ano. Por cá, isso é coisa reservada a gestores públicos e assim.
Europa: OS BADALHOCOS LAMBE-BOTAS NÃO TÊM ALTERNATIVA
ResponderEliminar.
.
A luta pela sobrevivência é algo trabalhoso:
- é necessário capacidade de renovação demográfica;
- é necessário capacidade de auto-defesa perante aqueles que (por motivos políticos, económicos, religiosos, etc) pretendem ocupar e dominar novos territórios.
[obs: eventualmente será necessário uma coligação defensiva - do tipo NATO - com outros povos também em risco de sobrevivência]
.
COMO NÃO QUEREM DAR-SE AO TRABALHO (e como os 'salvadores' da demografia ambicionam ocupar e dominar novos territórios), os badalhocos lambe-botas não possuem alternativa!
De facto, os badalhocos lambe-botas são INTOLERANTES para com a sobrevivência de Identidades Autóctones.
.
NOTA: A sociedade (nativa) não é sustentável (média de 2.1 filhos por mulher); o pessoal critica da repressão dos Direitos das mulheres... todavia, em simultâneo, para cúmulo, o pessoal defende que... no aproveitar da 'boa produção' demográfica proveniente de determinados países {nota: 'boa produção' essa... que foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres - ex: islâmicos}... é que está a 'salvação' para resolver o problema do deficit demográfico!?!?!?!
.
.
Antes que seja tarde demais... há que cortar com a bandalheira! Leia-se:
- Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é, ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta. [nota: Inclusive as de rendimento demográfico mais baixo... Inclusive as economicamente menos rentáveis...]
.
RESUMINDO E CONCLUINDO:
Pois, os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins... que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
-» http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
[o legítimo Direito à sobrevivência das Identidades Autóctones]
[O primeiro passo será/é ir divulgando a ideia de SEPARATISMO-50 nos países aonde a população nativa está sendo submergida pelo crescimento demográfico imparável dos não-nativos naturalizados]
.
.
.
.
P.S.
Pessoal na bandalheira NÃO É UMA NOVIDADE NA EUROPA: os Romanos (e outros também) embarcaram numa alegre bandalheira em direcção ao desaparecimento.
São refugiados, não são burros. Sabem ler, certamente, e estão muito bem informados.
ResponderEliminarvou copiar.
ResponderEliminarEstou banzado
Teremos, inevitavelmente, o mesmo destino que tiveram os romanos. Não aprendemos nada!
ResponderEliminarBurros são os europeus. Nomeadamente essa escória do politicamente correcto, "welcomes" e gentalha similar...
ResponderEliminarInfelizmente existe um bloqueio informativo acerca deste tema e das tropelias que esta malta anda a fazer pela Europa e pelos EUA. Depois admiram-se que o cidadão comum cada vez mais se reveja em Trump's, Le pen's e e afins...
ResponderEliminar