Sejamos claros. A popularidade do governo deve-se, quase em exclusivo, a três grupos sociais. Funcionários públicos, reformados e pessoal da restauração. A uns restituiu os cortes, aumentou reformas nalguns cêntimos a outros e aos últimos deu mais dinheiro por via da baixa do iva. Obviamente que ficaram todos contentinhos. Mas não ficariam, se soubessem fazer contas. Nomeadamente a quanto dessa reversão, de vencimentos e pensões, perderam com os impostos entretanto agravados. Mas reconheça-se a manha dos geringonços em jogar com a iliteracia financeira da generalidade dos portugueses. Enquanto assim for, por mais que nos esmifrem, tudo lhes será perdoado.
Hoje, depois de semana passada anunciarem o truque do euro milhões, inventaram outro esquema manhoso para nos roubarem mais dinheiro. O dinheiro que precisam para, satisfazendo as clientelas, se aguentarem no poder. Vamos passar a pagar o sol que nos entra casa dentro e as vistas que alcançamos das nossas janelas. Desta nem o governo mais ultra-liberal, que mais roubou os portugueses em toda a história do país, se lembrou. Sim, porque caso semelhante ideia tivesse ocorrido ao Parvus Coelho nem todo o stock de tampões auriculares nos protegeria das esganiçadas, dos Galambas, dos Jerónimos e de outros políticos preocupados com o ataque aos rendimentos e o bem-estar dos portugueses levado a cabo pela troika, o pacto de agressão e as outras balelas a que nos habituámos.
Face à tragédia orçamental que se avizinha tenho até medo de imaginar o que se segue. Que mais irá esta gente inventar? Um imposto sobre os pockemons capturados pela rapaziada que se entretém nessas caçadas esquisitas? A cobrança de uma taxa aos peões para manutenção da calçada dos passeios? Um imposto de circulação sobre bicicletas, skates e trotinetas? A sorte é que já acabou a austeridade...Olha se não tem acabado!
Deixa lá que o anterior governo tinha feito uma redução de 50% no IMI aos fundos imobiliários. Ou seja com mais que uma casa ou várias, o IMI baixou e assim foram milhões cano abaixo. A procura de casa por esses tais foi de tal forma que hoje estão à rasca para as alugar e ou pagar o restauro a quem devem. Mas para quem tinha apenas e tão só uma casa...pois, pois...e falo pela da minha mãe.
ResponderEliminarO actual acabou com a mama e vem agora com esta ideia tão brilhante que delega a bomba nas , ou às câmaras, julgo eu.
Já estou a imaginar o "desaparecimento de muitas janelas/varandas"...algo que aconteceu ainda na ditadura!!!
Anda tudo louco há mais de 40 anos.
Uma boa tarde e vou almoçar antes que venham aqui a casa cobrar mais uma taxinha sobre o meu prato:)))
Vamos lá ver. No mesmo prédio apartamentos iguais - um no quinto andar com uma vista magnifica e outro no rés do chão virado para um muro - são vendidos por preços diferentes e são registados nas finanças por valores diferentes. Pagam, por isso mesmo, um valor de IMI diferente. Então qual a lógica de agora voltar a taxar aquilo que já está a ser taxado?! Isto só ideias de gente, coitadinha, mesmo muito "poucochinho"...
ResponderEliminarQuanto a isso das duas, ou mais, casas é outra história que já estou cansado de abordar aqui no blogue. Azar de quem as tem. Por mim não lhe queria estar na pele. Refiro-me, naturalmente, a todo o interior - que por acaso até é a maior parte - do país e deixo de fora do litoral.
Não terá que esperar muito caro Kruzes pois tive informação confidencial e sigilosa que já está em adiantado estado de fabrico nos bancos de experiências demonstrativas e de ciências experimentais das Universidades Tecnológicas e Biosféricas de Alguidares de Baixo, de Lavacolhos e Colo do Pito, um sofisticado aparelho, um sensor da série "geringonça I" que se destina, qual cronómetro, a contar as vezes que respiramos por minuto e quantas vezes ao dia. Depois por controle remoto e cibernético, essas medições vão ser contabilizadas, e enviada a conta respectiva ao domicílio no final, do mês, (sem esquecer o IVA e aluguer de contador) da mesma forma que nos aparece em casa a conta da água e da luz a ser debitado na conta do banco a respectiva quantia, ou pago nas lojas devidamente licenciadas. É pagar e não bufar (pois se o fizer aumenta o débito do contador e consequentemente aumenta o tarifário) e como se diria "no tempo do arroz de quinze e do bacalhau a pataco" do dr Afonso Costa, este outro Costa traçado de monhé, teremos que dizer em coro: - "Este grande estadista/de sentimentos tão nobres/ deitou imposto no peido/que é a orquestra dos pobres", E assim vai este país á beira mar plantado, que com medidas subtis e muita vaselina vai sendo sodomizado por estes próceres, chicos espertos, socialistas e democratas de todas as cores,sem esquecermos o arco-íris dos maricões, mas não só, também está em estudo o pagamento de 10 cêntimos por cada minuto de telemóvel e 5 por cada mensagem e assim sendo o deficit levará um substancial rombo a menos que as quantias apuradas sejam desviadas para imóveis em Paris, ou contas em off-shore, no Panamá ,Patagónia ou Madeira
ResponderEliminarNem esse imposto vai chegar para pagar os desvarios da geringonça...Estes malucos vão rebentar com tudo. O melhor é enterrar o dinheiro no quintal pois um destes dias eles vão andar de porta em porta a recolher tudo o que houver...porque o que está nos bancos o melhor é dizer-lhe adeus.
ResponderEliminarDurante largos anos o poder escondeu a situação do BANIF, CAIXA e outros demais.Antonio Costa na primeira semana de governo foi lhe dito:
ResponderEliminar"olhe temos ai um banco que esta na falência, é o BANIF"
Mas claro a culpa devera ter sido do coitado do A.C.
O anterior governo atè 13º mês nos tirou, ou ainda se lembra do reembolso da dita sobre-taxa de irs.
"Amigo por amor a santa"
Nisto da banca não há inocentes. E convém não esquecer que AC nunca fez outra coisa na vida que não estar ligado ao poder politico.
ResponderEliminarO meu caro, pela forma como conclui os comentários, é muito religioso. Surpreende-me por isso que concorde com a histérica...