sexta-feira, 22 de abril de 2016

Nacionalize-se o património!

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 A geringonça garante que, aconteça o que acontecer, não corta nos vencimentos nem nas pensões. Nem sobe o IVA. E continua determinada em baixar a taxa aplicável à restauração. Tudo isto são, há que reconhece-lo, boas intenções. Mas valem o que valem. E, perante o turbilhão de despesa que esta malta promete fazer, valem muito pouco.


Para fazer a quadratura deste circulo a ideia será subir, entre outros, o imposto sobre as heranças e o património imobiliário. Nomeadamente, quanto a este último, o que não é colocado no mercado de arrendamento. Popular, esta medida. A maralha gosta. Mas, se analisarmos a coisa mais a fundo, de uma enorme injustiça. É só esperar pela aplicação prática desta tonteria. Quando nos calhar em sorte perceberemos o alcance e a estupidez da coisa.


Alguém que explique a todos os geringonço-maníacos entusiasmados com a ideia que, quando os papás quinarem, herdam a casinha dos progenitores mas podem não herdar o dinheiro suficiente para pagar o imposto. E quanto aos imóveis fechados, que a troika de esquerda pretender taxar, o melhor é o governo ir arranjando quem esteja interessado em os alugar. Caso contrário o Estado e as Câmaras Municipais não terão mãos a medir para aceitar tanta doação...

4 comentários:

  1. É bem verdade. Confunde-se património com liquidez, que são coisas bem distintas.

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  2. Claro. Mas vá lá certa gente perceber isso...

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  3. Não dá para entender!

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  4. Eles não entendem que uma pessoa pode ser proprietário de 3, 4 ou 5 propriedades e não ter um chavo. Nem, pior ainda, quem lhas compre ou arrende. É que - lamento dar esta novidade - no interior do país as casas não têm a mesma procura que têm em Lisboa...

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