quinta-feira, 7 de abril de 2016

Decidam-se, porra!

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A ira dos profissionais da indignação é hoje dirigida ao gajo que manda no colégio militar. Parece que a instituição convida os alunos que manifestem alegadas tendências homossexuais a bater em retirada. Também estou irado. E, ao contrário de muitos indignados, não é de agora. É, pelo menos, desde o dia em que fui chamado a prestar serviço militar obrigatório. Sempre achei mal que os paneleiros ficassem livres da tropa enquanto os restantes cidadãos tinham de lá malhar com os ossos durante dezasseis meses. Curioso, mas mesmo curioso é que nessa altura ninguém achasse isso discriminação. Pelo contrário. Até ficavam todos contentinhos por se safarem. Vá lá entender-se esta gente...




2 comentários:

  1. Desconhecia por completo porque tive amigos(as) homossexuais que malharam nas fileiras da maldita guerra colonial que só de me lembrar dos milhares que foram até dói!. Muitos jovens militares filhos de um Deus MAIOR safavam-se pelas cunhas e por serem filhos de quem eram. Pois...pois!!!!

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  2. Na altura em que fui à tropa havia gente que se fazia passar por homossexual ou testemunha de jeová para não ser prestar serviço militar obrigatório. Para além dos ciganos que esses não iam só por serem ciganos. Mas como naquela época não dava dinheiro - pelo contrário, perdi muito por causa do SMO - ninguém se importava. Ou seja, quando era um dever ficava toda a gente satisfeita por não ir lá passar 16 meses. Agora que é um direito, aqui del rei que não querem lá bichas e outras tendências manhosas...Vão é marrar com um comboio, ou o catano!!

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