Isto da alegada crise toca a todos. Até aos mais insuspeitos. Agora é o Estado Islâmico que terá entrado em recessão. Daí que tenha sido forçado a tomar medidas de austeridade como, de resto, fazem todos os outros Estados. Daquelas a sério, que por ali não se brinca. Quando é para cortar, corta-se mesmo. Que o digam os funcionários públicos lá do sitio – também conhecidos por jihadistas - que viram o seu vencimento reduzido a metade. Quiçá, se a coisa não melhorar, também o horário de trabalho seja alargado para as quarenta horas.
O que parece a salvo de cortes são os subsídios de férias e de ramadão. O califa não terá querido arriscar um mais que certo chumbo do tribunal constitucional lá do califado. A subvenção vitalícia dos mullah's fica, para já, a salvo. Diz que o manda-chuva daquilo, um tal Abu al-Baghdadi, receou a reacção do gang mais famoso da região. Aquele, do Ali. Trinta terão ficado mesmo muito chateados...
Para aumentar a crise o preço do petróleo está em queda livre.
ResponderEliminarFizeste-me rir e não digo mais nada.
ResponderEliminarJá agora uma pergunta fora do texto: cada vez que comento e que respondes a que se deve o SAPO enviar-me para o email? Nunca tinha acontecido, estarei na mira deles:)))
Beijocas rapaz
A sério?! A rapaziada do Sapo é fantástica. Sinto que andei a perder tempo na concorrência....
ResponderEliminarEssa é que é a chatice...
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