quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Censura politicamente correcta

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Apenas uma semana depois as primeiras noticias da barbárie, praticada por milhares de árabes e africanos em diversas cidades europeias, começam a chegar à comunicação social. Estranha esta demora. Ou talvez não. Se vivemos na era da comunicação instantânea, vivemos igualmente um tempo de feroz censura a tudo o que divirja do pensamento único que a intelectualidade bacoca pretende impor. Uma censura que faz parecer uns meninos de coro a rapaziada da nossa “comissão de exame prévio” de tão má memória.


Entretanto a esquerdalha, os amiguinhos dos refugiados e outros apreciadores do multiculturalismo já começaram a desculpabilizar os agressores. Coitadinhos. O seu comportamento deve ser algo a que os europeus se terão de habituar. E sugerem, para minimizar a coisa, que as mulheres devem vestir-se mais recatadamente e manterem alguma distância desses cavalheiros. Daqui até sugerirem que fiquem em casa e usem véu quando saírem à rua não deve faltar muito.


A preocupação reinante não é com as vitimas. Nem, sequer, evitar novos ataques em massa como os verificados na noite de fim de ano. É, antes, que alastre entre a população europeia uma onda de xenofobia. Estamos, portanto, conversados acerca daquilo que será o futuro da Europa e das preocupações dos governos e das elites que controlam os diversos poderes.

2 comentários:

  1. Concordo e o certo é que os actos são praticados por alguns, porque não devemos medir todos pela mesma bitola, mas que a UE não está a saber lidar com a situação dos "infiltrados nocivos" isso é verdade.

    Quem é acolhido deverá obedecer às regras de quem acolhe e jamais o contrário.

    Um bom dia

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  2. Já não se pode falar apenas em alguns. Foram, nestes casos, muitos milhares.

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