quinta-feira, 6 de setembro de 2012

(H)A muitas assim...


Durante a maior parte das vinte e quatro horas do dia este é o cenário da A6 em praticamente toda a sua extensão. Será, provavelmente, por causa do elevado preço das portagens – ou, quiçá, das bifanas de Vendas Novas - que quase todos preferem a velhinha Estrada Nacional 4. O que não deixa de ser curioso. Sui generis, até. O país endividou-se para construir auto-estradas onde ninguém passa, não tem recursos para pagar essas dívidas e os automobilistas não circulam nelas porque não têm dinheiro para pagar as portagens. Será uma pergunta parva mas, porra, parque raio é que as construíram?! Presumo que os acérrimos defensores do investimento público tenham uma boa resposta.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Estacionamento tuga


Este é um clássico. O bom do tuga vai lá desaproveitar a possibilidade de deixar o seu tugamóbil à sombra, protegendo-o do inclemente sol alentejano, só para não ocupar dois lugares?! Ná…Isso não é para ele. Os outros? Que se lixem!

domingo, 2 de setembro de 2012

Estacionamento tuga


A qualquer hora e em qualquer dia o estacionamento destinado a viaturas conduzidas por pessoas com deficiência, no supermercado Lidl cá do sítio, tem sempre clientela. E, raramente, daquela para quem o espaço está reservado. Mas o tuga não se importa de passar por deficiente. Nomeadamente quando estaciona ou faz a declaração de IRS.

sábado, 1 de setembro de 2012

Educado?! Ná...Isso não é para a malta dos cãezinhos.

Na mesma medida que vai aumentado a poluição causada pela má educação dos donos de cães, que insistem em não perceber quanto os resíduos deixados pelos seus brinquedos incomodam os outros, vai igualmente subindo o número dos que se indignam pela falta de asseio daí resultante. Mensagens como esta, procurando sensibilizar quem passeia os animais, são cada vez mais frequentes embora, infelizmente, os efeitos que ela pretende provocar não se notem. É que se “há cães a quem só falta falar”, também há donos a quem falta aprender a respeitar os outros. Que é como quem diz, ser EDUCADO.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Prevaricar sai mais caro...




Apesar da entrada fechada a cadeado, do aviso de que o acesso ao espaço é expressamente proibido a pessoas estranhas ao município e que a deposição de lixo no local não é tolerada, ainda assim, nada parece demover quem, à socapa, se pretende livrar de resíduos indesejáveis. Dada a distância a que fotografia foi obtida -  do lado de fora da cerca como é perfeitamente visível -  poderá não ser possível confirmar, mas, garanto, pneus, colchões e restos de automóveis são alguns objectos identificáveis para quem passa no caminho que ladeia a propriedade municipal.
Será necessária uma elevada dose de descaramento, ignorância e parvoíce para efectuar despejos de resíduos desta natureza e nestas circunstâncias. Nomeadamente quando o município dispõe de um serviço de recolha completamente gratuito e no concelho existe um ecocentro vocacionado para a recepção dos mesmos. Logo, para além de ilegal, sairá substancialmente mais caro e dará muito mais trabalho carregar com o lixo até este descampado.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

RTP a dar lucro? Só se for no facebook...


Garantiam-nos ainda há pouco tempo que a RTP custava um milhão de euros por dia aos portugueses. O número assustava, não faltando quem contra ele proclamasse a sua indignação exigindo que se fizesse qualquer coisa que aliviasse desse fardo os pagantes de impostos. Entretanto uma qualquer espécie de milagre, daqueles que com uma admirável frequência acontecem por cá, deve ter acontecido e, para a mesmíssima RTP, está anunciado um lucro de vinte milhões a verificar-se já no próximo exercício. Fabulástico. Algo melhor que fabuloso e para lá de fantástico.
Face a esta habilidade para torturar os números, começo a ter esperança que sairemos em breve da crise. O mesmo princípio, seja ele qual for, talvez possa ser aplicado ao país. Assessores, consultores, malta do facebook em geral, esforce-se lá mais um bocadinho e vão ver que conseguem transformar o nosso défice num vistoso superavit.