sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O demérito da esquerda

Este ano, pela primeira vez em democracia e depois da extinção do “quadro de honra” pela Abrilada, os melhores alunos estão finalmente a ser premiados, vendo reconhecido o seu esforço com um prémio no valor simbólico de quinhentos euros. Depois de anos consecutivos – incluindo este, basta consultar os últimos dados estatísticos - a premiar muitos e muitos burros, é justíssimo que aos melhores seja feito este reconhecimento.

A esquerda, obviamente, contesta. Lida mal com o mérito e não suporta que quem é bom e se distingue pela sua inteligência e capacidade de trabalho seja premiado por isso. Também muita pseudo-intelectualidade com suposta consciência social que por aí pulula, não suporta este tipo de iniciativa. Ambas preferem esbanjar anualmente muitos milhões de euros em subsídios variados destinados a alunos que apenas o são para a estatística, ou para os pais receberem o RSI, e que certamente seriam muito mais úteis ao país aplicados naqueles que de facto pretendem estudar.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Tolerancias da treta

Pelo facto de ter sido baptizado sou considerado, pelo menos estatisticamente, como católico. Não praticante no caso. Isso, contudo, não invalida que me preocupe a crescente tendência que se verifica no ocidente de apagar os símbolos do cristianismo, renegando aquilo que foram as origens das sociedades ocidentais, nomeadamente a europeia. Mais revoltante ainda é a tolerância manifestada por largos sectores, aprisionados à moral politicamente correcta que faz escola nos tempos que vivemos, para com o acelerado crescimento e implantação de outras religiões no espaço europeu e às quais fazemos continuamente cedências. Chega-se inclusivamente ao ridículo de tentar criminalizar aquilo a que chamam “islamofobia” enquanto se valoriza e promove a “cristianofobia”*.

Num dia em que passam sete anos sobre um acontecimento terrível – celebrado com júbilo em grande parte do mundo árabe – que veio trazer à tona todo o ódio pelos valores ocidentais, é bom que se reflicta acerca de quem são os nossos verdadeiros inimigos. Respeito e tolerância para com outras convicções políticas, religiosas e culturais, praticadas por quem tem como objectivo de vida destruir as nossas são, como diz um conhecido treinador de futebol acerca do fair-play, uma treta.

*”Cristianofobia” nada tem a ver com o Cristiano Ronaldo.

Erro grosseiro

Lamentavelmente dois comentários, de autores devidamente identificados, foram por mim recusados quando a intenção era aprovar. Peço desculpa aos comentadores pelo lapso e prometo ter mais cuidado da próxima vez. Caso os queiram reenviar estão, obviamente, à vontade para o fazer.

Atentado "elegante"

Sou dos que acreditam que o desenvolvimento se faz também com o betão e com a construção civil. Igualmente não me incomodam por aí além alguns estilos mais arrojados, saídos dos piores pesadelos dos arquitectos e projectistas, a que vulgarmente se chamam mamarrachos.

Mas tudo tem limites. E isto está para lá dos meus limites. Independentemente de projectos, aprovações e fiscalizações, não consigo deixar de considerar como principal responsável pela situação que a imagem demonstra o idiota do dono da obra que usurpou de forma descarada o espaço público. A ironia da coisa é que o prédio em causa tem o nome de “Edifício elegante”...

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

O meliante é um animal muito irrequieto

O assalto do dia, em que o alvo era a máquina multibanco instalada numa bomba de abastecimento de combustível em Reguengos de Monsaraz, teve o condão de desmistificar um conceito erroneamente instalado na sociedade portuguesa. A lentidão exasperante que, garantem quase todos os que não nasceram cá, caracteriza os alentejanos. Afinal os militares da Guarda Nacional Republicana local, ao conseguir evitar o roubo, foram não só mais rápidos que os seus camaradas de outras regiões do país como também mais céleres que os meliantes. Oriundos, ao que parece, da região da grande Lisboa. Ora toma!