Isso de escolher isto ou aquilo como qualquer coisa do ano é, por norma, do mais parvo que há. Podia, também, considerar estúpido. Não era mal considerado mas, até ver, fico-me pelo parvo. Nomeadamente quando a escolha é baseada em critérios subjectivos, não mensuráveis ou baseados apenas em simpatias pessoais, políticas ou outras. É o caso de uma revista de gajas que escolheu um gajo para gaja do ano. Uma parvoíce. Irrelevante, é verdade. Ninguém quer saber, nem a distinção adianta ou atrasa seja o que for à humanidade. Quando muito servirá para dar razão aos que ainda acham que o lugar da mulher é em casa a coser as meias do marido. Por acaso acho o mesmo. Em relação às gajas que fizeram esta escolha, claro.