Sócrates, o José, queixou-se da conta exorbitante que o fisco lhe apresentou para pagar de IRS. Quarenta e tal mil euros, segundo se lamentou e que qualificou como um roubo perpetrado pelo Estado. O homem sabe do que fala. Até porque ele foi dos que contribuiu para o aumento desmesurado desse saque. Por um lado apetece-me parabeniza-lo pela autocrítica, quiçá pelo arrependimento implicitamente revelado, mas não o faço. Pelo contrário, até vou abrir uma excepção e congratular-me pela violência fiscal que se abateu sobre a criatura. Bem-feito. Ter sido vitima do próprio veneno deve ter doído.
O CDS, esse micro-partido que pode comprar ou alugar um Smart para transportar confortavelmente o grupo parlamentar, esta semana desiludiu-me profundamente. Diz que apresentou um projecto de lei visando impedir que nos edifícios públicos sejam hasteadas outras bandeiras para além das institucionais. Acho mal. Muito mal. Então querem lá ver que a bandeira do Benfica não vai poder ser hasteada na Assembleia da República quando o glorioso ganhar a Champions?
1- Muito bem aplicado o desconto no IRS do Sócrates falido, arrogante e corrupto!
ResponderEliminar2- O CDS ficou marcado pela a Cristas pela porcaria que fez com a lei do arrendamento, e agora o Melinho da treta vem com esta proposta? Que vergonha!
Beijos e um bom dia!
Gosto de quem sabe usar de ironia na escrita. Este post está uma delícia.
ResponderEliminarGostei sobremaneira da alusão ao aluguer do pequeno "Smart para transportar o grupo parlamentar do CDC..."
Já viu o desperdício - de espaço - que seria alugar uma limousine?
Bom fim de semana.
Sou contra o roubo à descarada que constitui o IRS, mas neste caso abro uma excepção!
ResponderEliminarAntes dessa lei as cidades estavam a cair aos bocados - Lisboa e Porto eram disso exemplos. Apesar da crise actual estariamos muito pior sem essa lei. Sem ela não teriam sido recuperadas muitos milhares de prédios e se é verdade que bastantes foram para o AL não é menos verdade muitos também foram para habitação.
Cumprimentos
Bem visto! Imagine quanto poupam....
ResponderEliminarCumprimentos
Não ganhamos quase nada no campo,mas somos o maior do mundo em eleições/ num de votantes.
ResponderEliminar"Curiosidades" eleitorais (não digo que tenha sido igual no resto do país mas em Lisboa/ estádio-pavilhões foi assim :
A divulgação dos resultados das 108 secções terminou já depois das 16h00 deste domingo, 19 horas após o fecho das votações.
No Pavilhão 1 da Luz, onde votaram 11.581 pessoas, Rui Costa contou com menos sócios a votar nele (4.022 contra 4.313), contudo, fez a diferença o facto de terem votado na sua candidatura sócios mais representativos: 113.095 para 101.779 votos.
No Pavilhão 2 da Luz, a lista de Noronha Lopes venceu com 118.28 votos contra os 93.620 da lista de Rui Costa(portanto, não será descabido concluir que neste pavilhão 2 a diferença de sócios votantes terá sido maior em favor de Noronha ,tendo em conta a diferença de votos,que funciona na base do eleitor×3--×5×10×20×50! Cinquenta!! Conforme os anos de sócio claro ,posso estar equivocado em algum número intermédio mas certamente que a diferença é 3 para 50,absurdo!!).
Vai sendo altura do Glorioso rever esse metodo de votação. Percebe-se que visa proteger o clube, mas parece demasiado exagerado.
ResponderEliminarPresumo que por defender o clube se refira à questão da possibilidade de pessoas de outros clubes poderem se infiltrar para influenciar as votações,mas isso tem resposta fácil e obvia, aumentando o tempo minimo de sócio para ter acesso a votação, nunca dando previlégios absurdos como são os 20 votos e especialmente os 50 votos. Imaginemos que isso era transposto para as legislativas do país, nunca os chuchalistas e afins sairiam de s.bento visto que os mais velhos(que de certa forma se equiparam as mais velhos do SLB,tanto pelo medo da mudança como pelo facto de contribuirem há mais anos ,já que o argumento de alguns para justificar esse previlégio doa 50 votos no SLB é precisamente esse do maior tempo de contribuição de quotas,o que é obviamente absurdo do ponto de vista agora sim, dos interesses do clube e do futuro).
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