Anda tudo muito sensível. Ou, talvez mais apropriado, intolerante. Seja o que for que se diga - ou escreva – surge sempre alguém a ficar indignado com o que foi dito ou escrito. Proliferam as brigadas da virtude, permanentemente à caça de qualquer dichote que não lhes agrade para derramar ódio e ridicularizar o seu autor. Parece que já nem se pode utilizar a expressão “raça lusitana”, para enaltecer os feitos dos portugueses, sem que isso ofenda uma infinidade pessoas. Bom, infinidade é uma força de expressão. A julgar pela representação parlamentar e eleitoral das famílias políticas dos ofendidos, não serão assim tantos. Uma minoria, bem vistas as coisas. Ruidosa, sim, mas cada vez mais minoritária, irrelevante e, lamentavelmente para a democracia, cada vez mais esquizofrénica.
Os ofendidos, curiosamente, são os mesmos que não se chatearam nadinha quando um grunho qualquer, um racista oriundo do Senegal que se tornou português, falou da “necessidade de matar o homem branco”. Uma metáfora, obviamente. Tal como isso da “raça lusitana”. Por este andar, mais tarde do que cedo, Luís de Camões será considerado um poeta racista, xenófobo, imperialista, quiçá de extrema-direita e acabará por ser cancelado. É só a esquerda, para desgraça de todos nós, regressar ao poleiro. Longe vá o agoiro!
Outra geringonça já não deve voltar. Os maníacos dos Bloquistas já não devem ter mais oportunidades de poder impor a sua vontade como o fizeram com o Costa, ele retorcia-se todo, mas lá engolia, e era se queria governar em maioria.
ResponderEliminarAgora deve andar com o rabo a arder receando, que o Ventura tanto teime que o faça voltar para sentar o rabo na AR e explicar como é possível ser-se de nacionalidade Lusitana, ter passaporte português, tez de indiano, sem nunca ter posto os pés nesta santa terrinha de Camões...e minha!!
Bom Domingo e boa semana de folia Sanjoanina.
Os partidos de esquerda dedicaram-se às causas minoritárias. Tanto, que agora são eles a minoria. O canto do cisne dessa malta serão as próximas autárquicas, daí para a frente será sempre em marcha acelerada até à extinção uns e até à irrelevância outros. Lamentavelmente, porque em democracia precisamos sempre de alternativas.
ResponderEliminarCumprimentos
Quiseram mais ovos que os que o cu da galinha permitia e, à custa disso, como na fábula, acabaram por matar a galinha, e agora nem de ouro nem de coisa alguma. Está agora, a Mortágua, a fazer papel de garniza choca (como a que tenho na capoeira), mas sem aquecer o ninho. O PCP ainda lhe vai pondo uns ovitos debaixo das penas, mas já sem galos no poleiro, sabemos que ovos nao galados não dão criação. Vai ser difícil recuperar aquele galinheiro.
ResponderEliminarSubscrevo tudo o que disseste!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia