Percebo que o tema dos impostos não seja especialmente popular ou suscite grande interesse entre os três ou quatro leitores que têm a paciência de me ler. É normal. Eu também não sou apreciador de assuntos como as gracinhas de canitos a quem só falta falar, receitas de culinária, ultimas tendências da moda ou outros temas de igual relevância. É a vidinha. Cada um é como cada qual e ninguém tem nada a ver com isso, já garantia a minha sábia avó.
No entanto, como quase sempre acontece por esta altura, dá-me para dissertar acerca do IRS. Até porque a data de o fisco ajustar contas connosco aproxima-se e isto nada como estar preparado para conhecer a dimensão do saque. E minimizá-lo, se possível. Para tanto há que ter em conta, por exemplo, o imposto retido pelos bancos quando do pagamento dos juros dos depósitos a prazo. Para quem os tem, obviamente. Mas, atendendo aos números divulgados, será uma parte muito significativa dos contribuintes. Pode não constituir um valor capaz de transformar alguém num milionário, mas sejam umas dezenas ou centenas de euros a menos a pagar ao Estado é sempre de aproveitar. É fazer a conta, simular e ver o que é mais vantajoso e optar – ou não – pelo englobamento. O dinheiro é nosso, não é do Estado, deve por isso estar no bolso de quem o ganhou. Mais do que lamentos é nestas alturas que podemos fazer algo de útil. A nós.
Quem receba, menos de 19300 euros, deve, englobar/declarar, os rendimentos, de depósitos a prazo (que paga 0,00001%), certificados de aforro (2,5) ou de coisas externas (70000000%, segundo as publicidades, pois podem perder 4000%, do dinheiro investido, em apps famosas).
ResponderEliminarNão percebo as suas contas. Problema meu, obviamente.
ResponderEliminarEu já aprendi muita coisa contigo e gosto de te ler. Infelizmente não tenho nenhum depósito a prazo!
ResponderEliminarBeijos e um bom domingo
Compreendo. A mim este tema dos impostos toca-me porque o roubo incomoda-me e acho um crime que o Estado se aproprie de uma parte exagerada dos nossos rendimentos.
ResponderEliminarBom domingo!
E isso para serviços públicos miseráveis,vejamos:
ResponderEliminarA crise da saúde pública em Portugal está pior do que nunca! Médicos em greve, cirurgias canceladas, falta de exames e um SNS que já não suporta a procura. Mas o governo decidiu facilitar a vida dos estrangeiros ao simplificar a emissão do NIF (Número de Identificação Fiscal), NISS (Número de Identificação da Segurança Social) e NNU (Número Nacional de Utente) tudo num único local!
Enquanto isso, os portugueses enfrentam longas filas, burocracia extrema e um sistema de saúde à beira do colapso. O governo está a fazer as escolhas certas? Ou esta medida só vai piorar a situação? ( canal 100 fronteiras)
https://youtu.be/gGjuPmNmPAI?si=bFtgnhlvlFUL5tmz
Agora reparem como afinal os números de pessoas sem médico de familia aumentam em vez de diminuir,será devido precisamente (claro que a Sic e afins não o referem)ao aumento dos inscritos no sistema SNS(ver notícia sobre a facilitação documental para estrangeiros incluindo acesso ao num utente do Sns) ,ou seja os tais novos "portugueses"(como lhes chama o sr Montenegro) ?
ResponderEliminarhttps://sicnoticias.pt/pais/2025-03-26-crise-na-saude-ha-mais-de-15-milhoes-de-portugueses-sem-medico-de-familia-6f275526
Continuo a achar que precisamos de gente para trabalhar, gente para investir e reformados ricos que gastem cá o dinheiro e dinamizem a economia. Somos poucos e se tivermos mais população ganhamos escala e seremos seguramente no futuro um país melhor. O problema são as pessoas que estão a chegar, que não se enquadram na nossa cultura e nos nossos valores e, por outro lado, não termos estruturas - ao nivel da saúde, educação, habitação, transportes etc - para as acolher.
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