Desde “banhos de ética” a “paredes de vidro”, de “ética republicana” a “limpar Portugal” já vimos de tudo na partidocracia nacional. Consequências destas boas intenções, também. O pouco que se vai sabendo fala por si. Por eles, no caso. Sim, o pouco. Mas a coisa promete. Antes apenas eram vagamente divulgados um ou outro caso que implicasse gente do governo ou, mais raramente, numa ou noutra Câmara mais mediática. Passou-se daí para deputados e desde malas surripiadas a bebedeiras de tudo se vai sabendo. Começamos também a ter conhecimento das tropelias das juntas de freguesia e assembleias municipais. E ainda bem, que isto quem não quer ser lobo não lhe veste a pele. A chatice é que, a ser disponibilizada a este ritmo, receio que não tenhamos capacidade de processar tanta informação. Até porque, já dizia alguém, informação em excesso também é prejudicial. Nomeadamente à democracia, como alguns gostam de dizer quando as suspeitas atingem os seus. E isto ainda só vai no campo das “ações”. Se um dia chegarmos ao campo das “inações” é que vai ser mesmo bonito. Deve ser também por isso que querem calar as redes sociais.
Muitos politicos, autarcas e deputados deveriam ter vergonha na cara e saírem de cena! É cada esquema que vai lá vai e nós a pagarmos.
ResponderEliminarAbraço e um bom dia
Não podem, precisam daquilo para viver!
ResponderEliminarCumprimentos