Decididamente a esquerda, a comunicação social e outros indigentes mentais desconhecem – ou, se calhar, preferem ignorar - o conceito de maioria silenciosa. Não deviam. Evitavam muitos disparates e, simultaneamente, poupavam-nos potenciais danos futuros. Preferem, em vez disso, as minorias ruidosas. Mas, por mais que se esforcem, serão sempre isso. Minorias.
Veja-se, por ser o mais actual, o êxtase e a insistência com que se vai anunciando a catadupa de assinaturas da petição visando criminalizar os dirigentes de um partido político. Podem, até, arranjar meio milhão de subscritores. Não tem mal nenhum, nem daí vem qualquer mal ao mundo. Estranho, ao contrário do que fazem relativamente a outras iniciativas congéneres, é que não perdem um minuto sequer a divulgar a campanha de angariação de fundos – igualmente, como a tal petição, a decorrer na Internet - para o motorista de autocarro vitima dos meliantes pirómanos. Nada que me espante. A esquerda, por mais que proclame o contrário, nunca gostou de quem trabalha. Opções.
Entretanto a sondagem hoje divulgada indica uma recuperação do Chega, invertendo a tendência de descida acentuada que ainda há pouco se verificava. Coincidências.
Essa gente (partidos e médias em geral) está sempre pronta para defender(mesmo quando o bom senso aponta para precaução)as minorias,já quando as vitimas fazem parte da maioria nativa nem uma referência desses partidos e nos média apenas notas de roda-pé.
ResponderEliminarUm debate sobre "sensações" de insegurança tal como os cinicos(nos partidos e nos média) lhes chamam
ResponderEliminarhttps://youtu.be/eapymy1QFqA?si=jvQaUqY1F2St43wk
Quem é que disse habituem-se?(seja com isqueiros ou fósforos)
ResponderEliminarhttps://observador.pt/2024/10/30/um-detido-e-10-carros-incendiados-em-benfica-na-madrugada-desta-quarta-feira/
Este país - e o ocidente em geral - é uma anedota pegada. Por este andar qualquer dia começamos a desejar ser governados por um qualquer Putin desta vida.
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