domingo, 4 de agosto de 2024

Prioridades mais divertidas

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Estamos habituados a que o provisório se torne definitivo. Tanto assim é que já nem damos conta de medidas que foram tomadas de forma a acautelar transitoriamente uma determinada situação, mas que acabaram por se perpetuar. Esta será uma delas. Na sequência da derrocada da estrada entre Borba e Vila Viçosa diversas vias, confinantes com pedreiras, sofreram condicionamentos à circulação automóvel. Neste caso a pedreira foi tapada há larguíssimos meses – quiçá, mesmo, anos – mas, ainda assim, as barreiras que condicionam o trânsito por lá continuam. Não deve haver pessoal disponível para as remover. É muito comum nos municípios, a falta de mão-de-obra. Ou, então, está todo alocado às verdadeiras prioridades autárquicas. As que importam. Aquelas que divertem a malta.

10 comentários:

  1. Por aqui é exatamente igual, o provisório vira definitivo!

    Beijinhos, Kruzes
    Feliz Dominho

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  2. Manuel da Rocha4:14 p.m.

    Possivelmente a reparação do local ainda não está dada como terminada (é normal as empresas privadas usarem os 24 meses, que podem ir até 150 meses) para não darem as obras como acabadas, porque sabem que vão falhar a inspecção para a darem como concluída.
    Pode enviar o pedido de informação para a autarquia sobre porque é que a estrada continua ocupada, quando não há qualquer sinal de que exista perigo para o tráfego rodoviário. Se for falha da câmara, em 3 dias úteis desaparecem daí (também há esse lado que muitos funcionários funcionários que não registam onde estão colocados os separadores de obra, não existindo informação até chegar Março e notarem que desapaceram 70 e ninguém sabe deles).
    Onde fui passar férias, no mês passado, no distrito de Viseu, estavam 2 k-rails (desses, em cimento) na curva, à entrada da aldeia. A junta (aldeia com 150 eleitores, em que 146 não residem lá, em permanência) não sabia porque lá estavam. Quando passei pela câmara, fui perguntar o que iam fazer ali, depois de 3 pessoas, cheguei ao vice-presidente. Tinham reparado um colector de água pluviais e os funcionários esqueceram-se de registar que lá tinham colocado os k-rail. E já havia um inquérito em curso, pois não sabiam onde tinham ido parar No dia seguinte foram lá buscá-los, até já tinham ervas daninhas.

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  3. As autarquias estão-se maribando para os municipes exceto em tempo de eleiçoes. Aqui por Sintra uma estrada abateu para dentro de uma propriedade particular, vai fazer para o mês que vem dois anos - 2 Anos, repito.
    Não obstante, o trânsito em Sintra ser caótico e essa rua ter dois sentidos e ser utilizada como fuga às filas (ainda que saiam de uma entram noutra) o facto de a estrada ficar mais estreita no local impede que os veículos cruzem, sendo por isso mais um factor criador de emabraço ao trânsito.
    Certo é que mesmo depois de queixas ao IGAMAOT - Inspeção Geral da Agricultura, do Mar e do Ordenamento do Terriotório, há mais de um ano, nada foi feito.

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  4. Anónimo9:38 a.m.

    Não. Deve ser como em Municípios que conheço, os funcionários têm um part-time, assim um dia normal equivale a 4 ou 5 horas com muita sorte!

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  5. Por aqui é a mesma coisa!
    Beijos e um bom dia

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  6. É uma bandalheira generalizada, é o que é...

    Cumprimentos

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  7. No caso é responsabilidade pública, mas dá igual.

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  8. O Estado, de um forma geral, não quer saber dos cidadãos. Ou melhor, quer, mas só para sacar impostos.

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  9. Quatro ou cinco horas de trabalho por dia?! Isso é exploração, pá!

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  10. É como dizia a minha avó: "O sol que alumia cá é o que alumia lá..."

    Cumprimentos

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